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| > Science Blogs scienceblogs.com.br Maior rede de blogs de ciências do mundo, engloba diferentes sites que podem ser excelentes fontes de consulta para os professores. No Brasil, são mais de 40 endereços cadastrados. > Rainha Vermelha scienceblogs.com.br/rainha Autor: Atila Iamarino, biólogo e microbiologista. Boa fonte de pesquisa para professores dos ensinos fundamental e médio. Além de abordar temas importantes e atuais sobre ciências, Atila fala dos benefícios da internet e dá dicas de como compartilhar o conteúdo na rede para que sirva de inspiração a outros educadores. Ele mantém também o Nerdologia (youtube.com/nerdologia), canal no YouTube com vídeos de divulgação científica que chega a ter 700 mil visualizações. “O retorno costuma ser muito grande por parte das crianças, por isso sugiro que os professores usem conteúdo audiovisual sempre”, recomenda o autor. Biólogo e doutor em Microbiologia pela Universidade de São Paulo (USP), Atila desenvolve atualmente estudos relacionados à evolução do vírus HIV. Curioso por natureza, ele adora desbravar a internet em busca de novidades e informações sobre ciências. Sua necessidade “patológica”, como ele mesmo define, de compartilhar essas descobertas foi o que impulsionou a criação do blog, em 2007. A página é uma boa fonte de pesquisa para professores dos ensinos fundamental e médio, um dos objetivos traçados por ele quando decidiu colocá-la no ar. O profissional acredita que os blogs são boas fontes de consulta para os educadores, que devem estar sempre atentos às funcionalidades e à amplitude de informações disponíveis na rede. Atila também dá aula em cursos de formação de educadores e ainda mantém o Nerdologia (www.youtube.com/nerdologia), canal no YouTube com vídeos de divulgação científica que chegam a ter 700 mil visualizações. > Discutindo Ecologia Autores: Breno Alves, bacharel em Ecologia e licenciado em Ciências Biológicas, e Luiz Bento, biólogo e divulgador científico no Museu Ciência e Vida. Criado em 2007, traz temas atuais e pesquisas nacionais e internacionais sobre ecologia. É frequentado principalmente por alunos, mas também recebe a visita de professores dos ensinos fundamental, médio e de graduação. “O conteúdo não está só nos livros didáticos ou em posse do docente. Debater temas atuais é importante para ajudar a criar um senso crítico nas pessoas”, ressaltam os autores, que recebem cerca de dez mil acessos mensais. > Ciência na Mídia Autora: Tatiana Nahas, bióloga especializada em Neurociências e em Divulgação Científica. Divulga principalmente o trabalho de cientistas brasileiros. A autora procura não dissociar a pesquisa do ensino de ciências e nem da divulgação científica, o que torna o site ainda mais interessante para enriquecer o repertório dos professores atuantes nos ensinos fundamental e médio. É uma forma de buscar atualização e encontrar pesquisas interessantes sobre o tema. Tatiana já fez, por exemplo, um post a partir do questionamento de um aluno levantado em sala de aula. “Diversos educadores se dispuseram a refletir sobre a questão, me ajudando a encontrar uma boa resposta. Foi uma troca muito gostosa”, ressalta a autora do blog, que recebe cerca de quatro mil visitantes por mês. A bióloga e professora atuava como pesquisadora clínica na área da indústria farmacêutica quando decidiu voltar a trabalhar no setor educacional e na divulgação de seu tema preferido: ciência. Nesse período de correção de rota, Tatiana achou que criar um blog sobre o assunto seria um bom exercício para a nova fase profissional. Assim, em 2008, nasceu o Ciência na Mídia, endereço que ela usa para compartilhar pesquisas, percepções, novidades e trabalhos autorais. O seu público é formado por blogueiros, professores e estudantes que buscam auxílio para concluir atividades escolares. Com especialização em Neurociências e em Divulgação Científica, a autora de 39 anos enxerga na internet um ótimo ambiente para a troca de conhecimento, saberes e opiniões, o que enriquece o aprendizado tanto dos educadores quanto dos alunos. Além de editar o blog, Tatiana ainda participa da administração da versão em português do Research Blogging, site que agrega pesquisas na área. > Física na Veia fisicanaveia.blogosfera.uol.com.br Autor: Dulcídio Braz Jr, físico, professor e autor de material didático para sistemas de ensino O autor aborda temas atuais, explica o que está por trás de diversos fenômenos e debate ciências sempre de uma forma leve e com vídeos explicativos. É uma rica fonte de informação para professores, principalmente do ensino médio. Ele fala, de maneira bem didática, sobre assuntos relacionados à disciplina, além de compartilhar experiências próprias com os seus leitores. Quando o professor de física descobriu as funcionalidades dos blogs, logo pensou em criar um. Sua ideia era transformar esse ambiente em uma verdadeira sala de aula virtual para divulgar ideias e discutir o assunto de maneira contextualizada, ou seja, atrelada a fatos. “Queria ultrapassar os limites físicos da escola e atingir o maior número de pessoas possível”, diz. Criada em 2004, a página Física na Veia divulga posts voltados a estudantes e professores que desejam buscar inspiração para enriquecer as suas aulas. Segundo o autor, é comum os educadores mandarem e-mails para perguntar se podem compartilhar os posts com os seus respectivos alunos. A resposta é simples: “Sim, usem e abusem. Passem o link adiante”, afirma. Formado pela Universidade de Campinas (Unicamp), Dulcídio tem 51 anos e já deu aulas para estudantes dos ensinos fundamental, médio e superior. Atualmente, leciona em classes de ensino médio e também em cursos pré-vestibular. > Por Dentro da Ciência Autor: Adilson de Oliveira, doutor em ciências, professor do departamento de física da UFSCar e colunista on-line da revista Ciência Hoje. Criado em 2004, o blog trata de assuntos ligados a física e ciências e já teve alguns de seus textos publicados em livros didáticos. Oliveira explica fenômenos da natureza, teorias e faz reflexões sobre temas variados. Ele se preocupa também em levar vídeos, esquemas técnicos e imagens que ajudam a exemplificar o conteúdo debatido no blog. Com cerca de três mil acessos mensais, a ferramenta é comumente utilizada por professores e alunos dos ensinos fundamental e médio. > Manual do Mundo manualdomundo.com.br/blog Reúne diversas experiências, desafios, brincadeiras, mágicas e até receitas que podem ser feitas com os alunos. Mais indicado para professores do ensino fundamental, é uma ferramenta capaz de tornar a aula mais dinâmica, já que muitos dos experimentos divulgados pelos vídeos podem ser reproduzidos no ambiente escolar. > Vivendo Ciências www.vivendociencias.blogspot.com.br Autora: Ana Maria Martins Formada em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (USP), Ana Maria, de 54 anos, trabalha há 15 como professora de ensino médio da rede pública do estado de São Paulo. Nesse período, ela também lecionou em escolas particulares e em classes de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Em 2007, a docente decidiu complementar as suas aulas com uma ferramenta que pudesse ser acessada pelos alunos: um blog sobre a disciplina. “O objetivo inicial era disponibilizar atividades e curiosidades que poderiam ser usadas pela turma”, comenta. O que a educadora não esperava é que a página chamaria a atenção de professores e curiosos, que hoje a acessam para buscar inspiração para as suas aulas e ficar por dentro das novidades relacionadas ao tema. Ana Maria posta frequentemente dicas de livros, curiosidade, pesquisas, ilustrações, vídeos, atividades e planos de aula. |
segunda-feira, 27 de abril de 2020
7 blogs para acessar e se inspirar para aula de ciências!
O que é Sala de Aula Invertida e como aplicar?
No ensino tradicional a sala de aula serve para o professor transmitir informações para o aluno. Após essa transmissão, o aluno estuda e é avaliado.
A sala de aula invertida (ou flipped classroom) é uma nova forma de promover a aprendizagem, em que o aluno é ativo neste processo. O aluno estuda antes da aula e a aula se torna um lugar de aprendizagem ativa, onde há perguntas, discussões e atividades práticas.
Vigotski já apontava que a aprendizagem é resultante de um processo interativo e considerava a existência de uma ZDP (zona de desenvolvimento proximal). A ZDP representa a diferença entre o que o aprendiz pode fazer individualmente e aquilo que é capaz de atingir em colaboração com outras pessoas.
Transforme as suas aulas em um local de desenvolvimento e não apenas de transmissão de conhecimento. Utilize a abordagem da sala de aula invertida!
Sala de Aula Invertida com o Edupulses, como posso fazer isso?
- Grave um vídeo informativo usando algumas ferramentas de mercado. Sugerimos “Screencast-O-Matic”, “PowToon”, “Vyond”.
- Oriente os alunos a assistirem o vídeo antes da aula.
- Em sala de aula, utilize o “Múltipla Escolha” do Edupulses para testar os conhecimentos obtidos por meio do vídeo.
- Divida os alunos em pequenos grupos, usando a ferramenta “Montando Equipes”. Peça para que façam um cartaz com os principais pontos do assunto (poderá ser fornecido um outro material de apoio, como texto).
- Permita que os grupos apresentem as suas produções e façam uma discussão.
- Encerre a aula com um “Quiz”, testando os conhecimentos obtidos através dessas atividades.
domingo, 26 de abril de 2020
Notas de esclarecimentos da Sociedade Brasileira de Diabetes sobre o coronavírus (COVID-19)
PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE CORONAVÍRUS E DIABETES
Por que as pessoas com diabetes estão no grupo de maior risco de infecção em relação ao COVID-19?
Quem tem diabetes não tem maior risco de se contaminar pelo coronavírus, mas tem maior risco de complicações pela infecção.
Toda pessoa com diabetes tem imunidade baixa? A pouca ou ausência de insulina afeta a imunidade?
A baixa imunidade está ligada à elevação do açúcar no sangue, não à falta de produção de insulina. A pessoa com diabetes que está muito acima do peso também pode ter a imunidade afetada por ter maior inflamação.
Pessoas com diabetes controlado têm menos risco de complicações relacionadas ao coronavirus?
O risco de complicações pelo COVID-19 é muito menor e quase igual ao das pessoas sem diabetes se os níveis de açúcar no sangue estiverem controlados.
O risco de complicações do COVID-19 é maior tanto para quem tem diabetes tipo 1 quanto tipo 2?
O risco de complicações é maior para aqueles com 60 anos ou mais, com complicações do diabetes, com doenças concomitantes como a pressão altae que estão com altos níveis de açúcar no sangue, independe do tipo de diabetes.
Faço tratamento para resistência à insulina com metformina. Tenho maior risco de complicações pelo coronavírus?
A pessoa que tem resistência à insulina, mas não tem diabetes, não está no grupo de risco para complicações.
Sou profissional da saúde e tenho diabetes. Posso requerer licença por conta do coronavírus?
A SBD indica que essa conduta seja tomada pelo médico do trabalho, que tem o poder de requerer essa licença.
Tenho diabetes tipo 1 e minha/meu namorada(o) trabalha como enfermeira(o). Devo evitar o contato com ela(e) ou ela(e) é uma pessoa com a mesma chance de transmissão como qualquer um?
Caso sua/seu namorada(o) esteja em contato com pessoas que tiveram ou estão com o vírus, seria prudente você evitar o contato.
Tenho diabetes tipo 1 e minha mãe tem uma doença crônica. Por estar em grupo de risco, ela foi afastada do serviço dela com remuneração. Nessa época de coronavírus, eu também tenho o direito de afastamento remunerado do trabalho?
Peça orientação ao seu médico sobre afastamento ou mudança de função. Deve-se levar em consideração o tempo de diabetes, se o diabetes está bem controlado, se há alguma complicação do diabetes ou doença associada, como hipertensão arterial.
As pessoas com diabetes que tomam Captopril, Enalapril, Losartana, Aspirina ou Pioglitazona devem suspender o tratamento?
Não, não há evidências que justifiquem a suspensão desses medicamentos, Eles devem ser mantidos conforme a prescrição médica.
Tomar vitamina C diminui o risco de COVID-19?
Não existe nenhuma vitamina, soro, terapia alternativa ou terapia dita para aumentar a imunidade que previna ou trate COVID-19.
Pré Diabetes é considerado grupo de risco?
Não há dados disponíveis com nível de evidência que possa afirmar que pacientes pré-diabéticos tenham risco aumentado em face a uma infecção do corona vírus.
Deve se observar se o pré diabetes está presente em pessoas com outras patologias associadas e em idosos.
Orientamos que todos os pacientes, em risco ou não, devam seguir as mesmas orientações gerais para evitar o contágio e seguir todas as orientações das autoridades sanitárias vigentes.
A SBD vem por meio desta reforçar as orientações do Conselho de Hipertensão da Sociedade Europeia de Cardiologia e do Departamento de Hipertensão arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia para a manutenção do tratamento com inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA) ou bloqueadores dos receptores da angiotensina (BRA) ou o início dessa terapêutica conforme as diretrizes existentes.
Esses fármacos, frequentemente usados por pessoas com diabetes, apresentam significativos efeitos benéficos no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e infarto agudo do miocárdio com redução de eventos cardiovasculares e mortalidade, além de comprovada ação na proteção renal.
Até o momento, não há evidências de que esses medicamentos tenham qualquer efeito negativo para os seus usuários no contexto do COVID-19.
Diretoria SBD gestão 2020-2021.
Quais possíveis efeitos do coronavírus sobre o meio ambiente?
O fechamento de fábricas e do comércio, além das restrições de viagem para lidar com a disseminação do vírus resultou em redução nas emissões de CO2, no uso de combustíveis fósseis, na geração de resíduos e uso de matéria prima. Confira!
O novo coronavírus
O novo coronavírus é um agente biológico da família dos coronavírus capaz de causar infecção respiratória. Foi descoberto em dezembro de 2019 na China, após o vírus infectar moradores de Wuhan. Acreditam que a contaminação pelo vírus tenha vindo de animais vendidos no mercado central dessa província.
A contaminação pelo novo coronavírus causa a doença COVID-19. O COVID– 19 são leves em 80% dos casos. A maior taxa de mortalidade está entre as pessoas com mais de 80 anos (14,8% dos infectados) e pacientes com outras doenças, principalmente as cardiovasculares.
Segundo alguns cientistas, o novo coronavírus se disseminou pelo mundo em virtude a ação destrutiva e invasora do ser humano contra a natureza.
A família de coronavírus já é conhecida desde meados dos anos 1960. Geralmente, as infecções destes já conhecidos causam doenças respiratórias leves à moderada, semelhantes a um resfriado comum. Esse já causa uma doença respiratória mais grave para alguns acometidos.
Com o aumento da urbanização, o coronavírus quebrou seu ciclo natural, deixou seu hospedeiro natural e alcançou o homem, cujo organismo ainda não está preparado para combatê-lo.
A disseminação do vírus é resultado do consumo desenfreado, da destruição do planeta e das mudanças climáticas. Por isso a importância em buscar meios de consumo e produção mais limpa, protegendo o meio ambiente e seus recursos.
Efeitos do coronavírus sobre o meio ambiente
Um dos efeitos do coronavírus sobre o meio ambiente é o ar mais limpo e a redução das emissões de gases que contribuem para as mudanças climáticas. O que ocasionou essa melhora foi o fechamento temporário de várias empresas, além da restrição no comércio e de viagens.
Menos indústrias e menos circulação de veículos que utilizam combustível fóssil resulta em menos emissão dióxido de carbono (CO₂) e dióxido de nitrogênio (NO2) na atmosfera.
Em uma reportagem da revista EXAME é citado à redução na concentração de dióxido de nitrogênio (NO2) em fevereiro na cidade chinesa de Wuhan, epicentro da pandemia de COVID-19. Em março o mesmo fenômeno foi confirmado no norte da Itália.
Conforme a revista o mesmo estaria acontecendo em Madri e Barcelona, onde também estão sendo tomadas medidas drásticas de confinamento.
Outro efeito do coronavírus sobre o meio ambiente é o aumento na geração de resíduos de saúde e domiciliares. A população por estar em casa em isolamento consumirá mais, consequentemente, gerará mais resíduo. Boa parte dos municípios não possui coleta seletiva de resíduos recicláveis e nem aterros sanitários para receber os resíduos. A coleta, principalmente em cidades menores, é precária. Muitas vezes o resíduo acaba sendo descartado em lixões a céu aberto ou em outros locais ilegais.
Além disso, como muitos infectados estão realizando o tratamento em casa, os resíduos gerados por eles podem esta infectado pelo coronavírus e devem receber tratamento adequado antes do descarte.
Os resíduos gerados em áreas hospitalares que realizam o tratamento contra a COVID-19 também deve receber a destinação final correta. Com o aumento de casos da contaminação a quantidade de resíduos aumentará consideravelmente.
Cuidado com resíduos contaminados com COVID-19
É importante que os resíduos sejam acondicionados e destinados de maneira segura e ambientalmente correta para evitar os impactos ambientais. Para isso, deve haver uma gestão de resíduos adequada.
Todo resíduo deve ser acondicionado em sacos de cor branco leitosa, impermeáveis, de material resistente à ruptura e vazamento contidos no seu interior. O limite de peso dos sacos também deve ser respeitado, ou seja, devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos 1 vez a cada 48 horas.
Esses sacos devem ser identificados pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos.
Durante toda etapa de gerenciamento os sacos devem permanecer dentro de recipientes de acondicionamento tampados. Os materiais desses contentores devem ser do tipo lavável, resistente à ruptura, vazamento e tombamento.
Além disso, a empresa deve estabelecer um local para armazenamento temporária dos resíduos até o seu recolhimento, conforme especificado na RDC/ANVISA nº 222/2018.
Antes do descarte esses resíduos deverão receber tratamento prévio que assegure a eliminação das características de periculosidade do resíduo, a preservação dos recursos naturais e, o atendimento aos padrões de qualidade ambiental e de saúde pública.
Como a VG Resíduos auxilia a enfrentar a crise do coronavírus?
Esses efeitos do coronavírus sobre o meio ambiente são momentâneos, pois com o fim da pandemia a produção irá voltar ao normal. Para contribuir com a preservação ambiental as empresas devem realizar uma gestão de resíduos eficiente.
A gestão de resíduos da VG Resíduos controla a geração, a destinação, os documentos comprobatórios e emite os relatórios exigidos pelos órgãos ambientais. O software automatiza todo o processo de gestão de resíduos em uma empresa, assim ela terá mais eficiência, menos custos, melhor aproveitamento do tempo, maior segurança nos dados e menores risco de descumprir leis ambientais.
A automatização na gestão de resíduos surge como grande aliada para as empresas, principalmente com essa crise do coronavírus. Uma vez que o monitoramento dos resíduos pode ser realizado de forma sistematizada e organizada. Com a automatização a empresa consegue aumentar a agilidade dos processos e a segurança das informações.
Como software da VG Resíduos você pode consultar às pastas/documentos digitais referente a geração, transporte e destinação de resíduos no computador ou internet de forma mais rápida.
A VG Resíduos auxilia na gestão de resíduos, gerenciamento, destinação, logística reversa, redução de custos e na coleta e transporte de resíduos de forma sustentável.
Os efeitos do coronavírus sobre o meio ambiente são positivos quando consideramos a redução das emissões de gases que contribuem para as mudanças climáticas e a redução na geração de resíduos, já que muitas empresas pararam temporariamente suas atividades para evitar a disseminação do vírus. Porém são negativos porque pode haver uma maior geração de resíduos domiciliares que não receberão um destino adequado, além do aumento na geração de resíduo de saúde contaminado com o vírus. A VG Resíduos auxilia a sua empresa a implantarem práticas sustentáveis para a preservação ambiental.
Ótima reflexão! A relação entre o meio ambiente e a pandemia de coronavírus. Por Ricardo Cintra Torres de Carvalho
O mundo parou. Os humanos estão recolhidos e amedrontados. A economia preocupa e há quem diga que o ‘day after’ será mais difícil que o dia de hoje. Digladiam-se, ao invés de convergir, os que defendem a proteção da vida (isolamento social, redução de atividades) e os que defendem a proteção da economia (continuidade das atividades econômicas, proteção do emprego e da renda, proteção do trabalhador informal). Os cientistas buscam a origem da epidemia, vacinas que evitem e remédios que curem a doença: uma febre, mal estar, tosse seca que pode evoluir para uma séria pneumonia, bloqueio dos pulmões e morte por insuficiência respiratória. A doença é transmitida por contato pessoal, de pessoa a pessoa; e a rapidez com que se espalhou pelo planeta, país a país, e com que contaminou em poucos dias boa parte da população, surpreende.
Qual a relação da Covid-19 com o meio ambiente? Não tenho em mãos estudos científicos, trabalhos acadêmicos ou o necessário distanciamento, no tempo e no espaço, para um artigo de maior profundidade; mas não custa tentar entender algo do que aconteceu e do que pode acontecer a partir das entrevistas, das publicações e da incessante atividade de estudiosos e jornalistas conscientes. Este artigo não tem pretensão científica; é apenas uma colocação inicial do tema, uma reflexão nestes tempos pandêmicos.
A Covid-19 é causada por um vírus: os únicos organismos acelulares da Terra, seres muito simples e pequenos formados por uma cápsula proteica envolvendo o material genético. O nome vem do latim ‘virus’ (fluído venenoso ou toxina) e designa os vírus biológicos e, metaforicamente, qualquer coisa que se reproduza de forma parasitária. Não são células: o vírus é uma partícula sem metabolismo próprio que, para executar seu ciclo de vida, busca um ambiente que tenha o que lhe falta. Esse ambiente é o interior de uma célula que efetuará a síntese da proteína do vírus e, simultaneamente, fará a multiplicação do material genético viral; por isso são parasitas obrigatórios do interior celular, pois se reproduzem pela invasão e controle da máquina de reprodução celular. O vírus muitas vezes adere à parede da célula e ‘injeta’ o seu material genético como uma seringa, ou então entra por englobamento em que a célula ‘engole’ o vírus e o introduz no seu interior. A reprodução ocorre de duas maneiras: o vírus invade e assume o controle da célula, produz novos vírus, a célula se rompe e libera os vírus produzidos, que invadirão outras células (ciclo lítico); ou então, após a invasão o DNA viral incorpora-se ao DNA da célula infectada que continua suas operações normais; o material genético do vírus é duplicado nas células-filhas a cada mitose, causando doenças que tendem a ser incuráveis, como a AIDS (ciclo lisogênico)1.
Os coronavírus são um grupo de vírus conhecido dos humanos desde a década de 1960, causa comum de infecções respiratórias brandas a graves de curta duração; nesse grupo estão os vírus SARSr-CoV, que causa a síndrome respiratória aguda grave (SARS), que apareceu em 2002 na China e se espalhou rapidamente para mais de doze países na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia, infectando mais de 8.000 pessoas com aproximadamente oitocentas mortes, e SARS-Cov-2, que causa a Covid-19, a atual pandemia2 que até 26-3-2020 atingiu pelo menos 510.000 pessoas em mais de 200 países e territórios, com grande surto na China continental, Itália, Estados Unidos, Espanha e Alemanha, com aproximadamente 15.000 mortes3. Transmite-se de pessoa a pessoa com enorme rapidez, mas não é um vírus resistente: cede à água e sabão, a medida comuns de higiene e não sobrevive muito tempo se não for absorvido por outra pessoa.
A hipótese mais provável é ter origem em morcegos (que não adoecem dele, por causa de seu especial metabolismo), daí passou para o pangolim (uma espécie africana, que lembra o nosso tatu, procurado na China pelo sabor da carne e por ditas propriedades medicinais) (fala-se nele, pois os estudos indicam que a Covid-19 é 99% igual ao vírus do pangolim), e dele para os humanos. Essa tripla passagem é rara, pois o curto espaço de vida do vírus exige que os três animais: o morcego, o pangolim e o humano, estejam junto no mesmo tempo e lugar. Aí entra o mercado de Wuhan, onde animais vivos, domésticos e selvagens de todo o mundo, ficam empilhados em engradados, um em cima do outro, de modo que os debaixo recebem os resíduos dos que estão em cima (fezes, urina, sangue, pus, seja o que for) e assim se contaminam, se algum acima carregar o vírus; e dali são comprados e consumidos por humanos4. O período em que o humano é assintomático e a facilidade da transmissão explica a rápida expansão da epidemia.
Morcegos? Zoólogos e infectologistas indicam que mudanças no comportamento humano – destruição de habitats naturais somado ao rápido movimento de pessoas no planeta – facilitou a transmissão de doenças antes circunscritas à natureza distante. Morcegos são os únicos mamíferos que voam, por isso as colonias se movimentam por uma grande área. Os vírus que neles se desenvolvem aprendem a suportar a elevação da temperatura corporal durante o voo, e por consequência acabam resistindo à febre humana (um meio de defesa), quando nos atacam. Segundo Andrew Cunningham, Professor de Epidemiologia Selvagem na Sociedade Zoológica de Londres, a transferência inter-espécies decorre da atividade humana: quando o morcego está assustado ou estressado por ser caçado, ou porque seu habitat está sendo destruído pelo desflorestamento, seu sistema imunológico enfraquece e tem dificuldade de controlar tais patógenos; a infecção aumenta e é excretada ou expelida. O ‘stress’ porque passam os animais selvagens nos mercados de animais vivos como em Wuhan leva à excreção mais acentuada dos animais contaminados, que atinge animais também engaiolados, nervoso e estressados, com menor resistência. Kate Jones, Professora de Ecologia e Biodiversidade no University College London lembra o aumento exponencial do transporte de animais e que a destruição de seus habitats em troca de paisagens mais ‘humanas’ causa o contato entre animais de uma maneira anormal, que nunca aconteceu antes, ainda mais quando empilhados em gaiolas em mercados desse tipo. Interações que se continham no local onde ocorreram agora se espalham por grandes áreas. A conclusão dos dois cientistas é a seguinte: primeiro, a culpa não é dos morcegos; segundo, a maneira com que interagimos com as outras espécies leva à disseminação pandêmica do patógeno; e o coronavirus talvez seja o primeiro sinal claro, incontestável, de que a degradação ambiental pode matar os humanos com rapidez, e pode acontecer de novo. A destruição dos habitats é a causa, de modo que a restauração deles é a solução. ‘Não é OK transformar uma floresta em agricultura sem entender o impacto que causa no clima, na concentração de carbono, na deflagração de doenças e de inundações; você não pode ver apenas a transformação da natureza sem pensar no que ela causa nos humanos’, diz Jones5.
Para encerrar este artigo com uma nota positiva, a desaceleração da economia trazida pela pandemia fez regredir rapidamente a poluição do ar, a concentração de dióxido de carbono, a redução do ruído e uma melhoria na qualidade de vida nas cidades. É uma demonstração de que a mudança nos hábitos de consumo, a redução no uso de combustíveis fósseis e uma nova dinâmica na produção de bens e serviços pode produzir resultados duradouros e benéficos para a humanidade e, melhor ainda, para o planeta. Não desanimemos.
Conhecimento do covid19 para trabalhos escolares a distância!
Os coronavírus são um grupo de vírus de genoma de RNA simples de sentido positivo (serve diretamente para a síntese proteica), conhecidos desde meados dos anos 1960. Pertencem à subfamília taxonómica Orthocoronavirinae da família Coronaviridae, da ordem Nidovirales.[1][2]
A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida. Eles são uma causa comum de infecções respiratórias brandas a moderadas de curta duração. Entre os coronavírus encontra-se o vírus causador da forma de pneumonia atípica grave conhecida por SARS,[3][4][5] e o vírus causador da COVID-19, responsável pela pandemia em 2019 e 2020.
Taxonomia
Os coronavírus da subfamília Orthocoronaviridae se dividem em quatro gêneros: Alphacoronavirus, Betacoronavirus, Gammacoronavirus e Deltacoronavirus. De todos esses gêneros, há seis espécies que causam infecção em humanos.
No gênero Alphacoronavirus há os coronavírus humanos das espécies HCoV-229E e HCoV-NL63, que causam infecções leves a moderadas comuns.[6] Neste gênero também se encontra o CCoV, o coronavírus canino, que causa gastroenterite em cães e pode ser prevenido com vacina.[7][8]
No gênero Betacoronavirus há os coronavírus humanos das espécies HCoV-OC43, HCoV-HKU1, SARSr-CoV e MERS-CoV.
HCoV-OC43 e HCoV-HKU1 causam infecções leves a moderadas comuns. MERS-CoV causa a doença MERS (Síndrome respiratória do Médio Oriente).[6]
A espécie SARSr-CoV se divide nas cepas SARS-CoV, que causa a doença SARS (Síndrome respiratória aguda grave), e SARS-CoV-2, que causa a doença Covid-19 (COrona VIrus Disease 2019).
O SARS-CoV-2, causador da COVID-19, foi identificado em 2020, tem "parentesco" com o vírus da SARS-CoV. Causa febre, tosse e falta de ar e dificuldade para respirar (pneumonia)[9][10]
Origem evolutiva dos coronavírus humanos
Existem sete cepas conhecidas de coronavírus humanos, e todas elas evoluíram de coronavírus de outros animais.[11]
June Almeida descobriu o primeiro coronavírus humano no St Thomas' Hospital em Londres em 1964.[12]
| Nome da cepa | Descoberta | Origem evolutiva | Doença causada |
| HCoV-229E | 1960[13] | O coronavírus humano 229E divergiu do coronavírus da alpaca antes de 1960[14] | Resfriado comum. |
| SARS-CoV | 2002[13] | O coronavírus humano SARS divergiu do coronavírus de morcego em 1986[15] | Doença SARS. |
| HCoV-OC43 | 2004[16] | O coronavírus humano OC43 divergiu do coronavírus bovino em 1890[17] | Resfriado comum. |
| HCoV-NL63 | 2004[13] | O coronavírus humano NL63 divergiu do coronavírus de morcego 822 anos atrás[18] | Resfriado comum. |
| HCoV-HKU1 | 2005[19] | O coronavírus humano HKU1 divergiu do coronavírus de morcego[20] | Resfriado comum. |
| MERS-CoV | 2012[13] | O coronavírus humano MERS divergiu do coronavírus de morcego antes dos anos 90 e transmitido aos humanos pelos camelos[21] | Doença MERS. |
| SARS-CoV-2 | 2019[9] | 1 - Um estudo genético inicial sugeriu que o SARS-CoV-2 tenha divergido do coronavírus de cobras.[22] Porém, cientistas questionaram a possível origem.[23]
2 - Estudos posteriores sugeriram que o vírus tenha divergido da versão que parasita morcegos[24] e transmitido aos humanos por um animal ainda desconhecido.
| Doença Covid-19. |
Foram descobertos em 2020, seis novos coronavírus em morcegos em Mianmar, mas esses vírus não estão relacionados ao Síndrome Respiratório Agudo Grave de Coronavírus (SARS CoV-1), Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) ou COVID-19.[26]
Sinais e sintomas
Diferentes coronavírus afetam diferentes espécies causando diferentes doenças. Os principais sintomas da COVID-19 são febre, tosse e fadiga.[27]
Transmissão
A transmissão do vírus pode se dar:[6]
- Por meio de tosse ou espirro;
- Contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
- Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido então de contato com a boca, nariz ou olhos.
Entre os grupos de risco estão qualquer pessoa que cuidou do paciente, incluindo profissionais de saúde ou familiares, que tenha tido contato físico com o paciente ou que tenha permanecido no mesmo local que o paciente doente.[3]
Em 2020, análises indicaram que o SARS-CoV-2 (anteriormente 2019-nCoV) pode ter passado de um animal para o ser humano.[9]
Epidemiologia
Pandemia de 2020
A 11 de março de 2020, o surto foi declarado uma pandemia, sendo que o numero de casos confirmados a nível mundial atingiu mais de 121 000, sendo em 120 diferentes territórios, dos quais mais de 80 000 na China. O número de mortes ascende a 4 300, havendo mais de 1 200 mortes fora da China.[30][31][32]Em meados de janeiro a imprensa começou a reportar casos sobre um "misterioso vírus que causava problemas respiratórios", tendo este vírus depois sido classificado como um coronavírus e chamado numa primeira fase de 2019-nCoV. Inicialmente, 800 pessoas foram infectadas e houve 259 mortes na China, mas houve casos também no Japão, Tailândia, Coreia do Sul, França e Estados Unidos, todos associados a pessoas que haviam viajado para a China recentemente. Em 20 de janeiro a OMS estimava que o número de casos poderia estar próximo de dois mil.[9][28][29]
Surto de 2015 na Coreia do Sul
Um surto de MERS foi associado a um viajante que havia retornado do Oriente Médio. Quase 200 pessoas foram infectadas e houve 36 mortes.[6][33][34]
Surto de 2012 no Oriente Médio
Em 2012 foi isolado outro novo coronavírus, distinto do SARS-CoV. Esse novo coronavírus, desconhecido até então, foi inicialmente identificado na Arábia Saudita e, posteriormente, em outros países do Oriente Médio, na Europa e na África. Todos os casos identificados fora da Península Arábica tinham histórico de viagem ou contato recente com viajantes procedentes de países do Oriente Médio – Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia. Pela localização dos casos, a doença passou a ser designada como síndrome respiratória do Oriente Médio, cuja sigla é MERS, do inglês “Middle East Respiratory Syndrome”. O novo vírus foi nomeado coronavírus associado à MERS (MERS-CoV).[3][6]
Surto de 2002 na China
Os primeiros casos da síndrome respiratória aguda grave (SARS - Severe Acute Respiratory Syndrome), causada pelo SARS-CoV, aconteceram na China em 2002, tendo o vírus se espalhado rapidamente para mais de doze (12) países na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. Entre 2002 e 2003, mais de oito mil (8.000) pessoas foram infectadas e cerca de oitocentas (800) morreram, no que foi chamado uma "epidemia global". (SARS-CoV)[3][9]
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