Páginas

domingo, 26 de abril de 2020

Quais possíveis efeitos do coronavírus sobre o meio ambiente?


Com a pandemia, os efeitos do coronavírus sobre o meio ambiente tem se mostrado positivo em relação à redução dos impactos ambientais provocados pelas indústrias. Um desses efeitos é a redução das emissões de gases que contribuem para as mudanças climáticas e a redução na geração de resíduos, já que muitas empresas pararam temporariamente suas atividades para evitar a disseminação do vírus. Contudo, pode haver uma maior geração de resíduos domiciliares que não receberão um destino adequado, além do aumento na geração de resíduo de saúde contaminado com o vírus.
O fechamento de fábricas e do comércio, além das restrições de viagem para lidar com a disseminação do vírus resultou em redução nas emissões de CO2, no uso de combustíveis fósseis, na geração de resíduos e uso de matéria prima. Confira!

O novo coronavírus

O novo coronavírus é um agente biológico da família dos coronavírus capaz de causar infecção respiratória. Foi descoberto em dezembro de 2019 na China, após o vírus infectar moradores de Wuhan. Acreditam que a contaminação pelo vírus tenha vindo de animais vendidos no mercado central dessa província.
A contaminação pelo novo coronavírus causa a doença COVID-19. O COVID– 19 são leves em 80% dos casos. A maior taxa de mortalidade está entre as pessoas com mais de 80 anos (14,8% dos infectados) e pacientes com outras doenças, principalmente as cardiovasculares.
Segundo alguns cientistas, o novo coronavírus se disseminou pelo mundo em virtude a ação destrutiva e invasora do ser humano contra a natureza.
A família de coronavírus já é conhecida desde meados dos anos 1960. Geralmente, as infecções destes já conhecidos causam doenças respiratórias leves à moderada, semelhantes a um resfriado comum. Esse já causa uma doença respiratória mais grave para alguns acometidos.
Com o aumento da urbanização, o coronavírus quebrou seu ciclo natural, deixou seu hospedeiro natural e alcançou o homem, cujo organismo ainda não está preparado para combatê-lo.
A disseminação do vírus é resultado do consumo desenfreado, da destruição do planeta e das mudanças climáticas. Por isso a importância em buscar meios de consumo e produção mais limpa, protegendo o meio ambiente e seus recursos.

Efeitos do coronavírus sobre o meio ambiente

Um dos efeitos do coronavírus sobre o meio ambiente é o ar mais limpo e a redução das emissões de gases que contribuem para as mudanças climáticas. O que ocasionou essa melhora foi o fechamento temporário de várias empresas, além da restrição no comércio e de viagens.
Menos indústrias e menos circulação de veículos que utilizam combustível fóssil resulta em menos emissão dióxido de carbono (CO₂) e dióxido de nitrogênio (NO2) na atmosfera.
Em uma reportagem da revista EXAME é citado à redução na concentração de dióxido de nitrogênio (NO2) em fevereiro na cidade chinesa de Wuhan, epicentro da pandemia de COVID-19. Em março o mesmo fenômeno foi confirmado no norte da Itália.
Conforme a revista o mesmo estaria acontecendo em Madri e Barcelona, onde também estão sendo tomadas medidas drásticas de confinamento.
Outro efeito do coronavírus sobre o meio ambiente é o aumento na geração de resíduos de saúde e domiciliares. A população por estar em casa em isolamento consumirá mais, consequentemente, gerará mais resíduo. Boa parte dos municípios não possui coleta seletiva de resíduos recicláveis e nem aterros sanitários para receber os resíduos. A coleta, principalmente em cidades menores, é precária. Muitas vezes o resíduo acaba sendo descartado em lixões a céu aberto ou em outros locais ilegais.
Além disso, como muitos infectados estão realizando o tratamento em casa, os resíduos gerados por eles podem esta infectado pelo coronavírus e devem receber tratamento adequado antes do descarte.
Os resíduos gerados em áreas hospitalares que realizam o tratamento contra a COVID-19 também deve receber a destinação final correta. Com o aumento de casos da contaminação a quantidade de resíduos aumentará consideravelmente.

Cuidado com resíduos contaminados com COVID-19

coronavírus sobre o meio ambiente
É importante que os resíduos sejam acondicionados e destinados de maneira segura e ambientalmente correta para evitar os impactos ambientais. Para isso, deve haver uma gestão de resíduos adequada.
Todo resíduo deve ser acondicionado em sacos de cor branco leitosa, impermeáveis, de material resistente à ruptura e vazamento contidos no seu interior. O limite de peso dos sacos também deve ser respeitado, ou seja, devem ser substituídos quando atingirem 2/3 de sua capacidade ou pelo menos 1 vez a cada 48 horas.
Esses sacos devem ser identificados pelo símbolo de substância infectante, com rótulos de fundo branco, desenho e contornos pretos.
Durante toda etapa de gerenciamento os sacos devem permanecer dentro de recipientes de acondicionamento tampados. Os materiais desses contentores devem ser do tipo lavável, resistente à ruptura, vazamento e tombamento.
Além disso, a empresa deve estabelecer um local para armazenamento temporária dos resíduos até o seu recolhimento, conforme especificado na RDC/ANVISA nº 222/2018.
Antes do descarte esses resíduos deverão receber tratamento prévio que assegure a eliminação das características de periculosidade do resíduo, a preservação dos recursos naturais e, o atendimento aos padrões de qualidade ambiental e de saúde pública.

Como a VG Resíduos auxilia a enfrentar a crise do coronavírus?

coronavírus sobre o meio ambiente
Esses efeitos do coronavírus sobre o meio ambiente são momentâneos, pois com o fim da pandemia a produção irá voltar ao normal. Para contribuir com a preservação ambiental as empresas devem realizar uma gestão de resíduos eficiente.
gestão de resíduos da VG Resíduos controla a geração, a destinação, os documentos comprobatórios e emite os relatórios exigidos pelos órgãos ambientais. O software automatiza todo o processo de gestão de resíduos em uma empresa, assim ela terá mais eficiência, menos custos, melhor aproveitamento do tempo, maior segurança nos dados e menores risco de descumprir leis ambientais.
A automatização na gestão de resíduos surge como grande aliada para as empresas, principalmente com essa crise do coronavírus. Uma vez que o monitoramento dos resíduos pode ser realizado de forma sistematizada e organizada. Com a automatização a empresa consegue aumentar a agilidade dos processos e a segurança das informações.
Como software da VG Resíduos você pode consultar às pastas/documentos digitais referente a geração, transporte e destinação de resíduos no computador ou internet de forma mais rápida.
A VG Resíduos auxilia na gestão de resíduos, gerenciamento, destinação, logística reversa, redução de custos e na coleta e transporte de resíduos de forma sustentável.
Os efeitos do coronavírus sobre o meio ambiente são positivos quando consideramos a redução das emissões de gases que contribuem para as mudanças climáticas e a redução na geração de resíduos, já que muitas empresas pararam temporariamente suas atividades para evitar a disseminação do vírus. Porém são negativos porque pode haver uma maior geração de resíduos domiciliares que não receberão um destino adequado, além do aumento na geração de resíduo de saúde contaminado com o vírus. A VG Resíduos auxilia a sua empresa a implantarem práticas sustentáveis para a preservação ambiental.

Ótima reflexão! A relação entre o meio ambiente e a pandemia de coronavírus. Por Ricardo Cintra Torres de Carvalho

O mundo parou. Os humanos estão recolhidos e amedrontados. A economia preocupa e há quem diga que o ‘day after’ será mais difícil que o dia de hoje. Digladiam-se, ao invés de convergir, os que defendem a proteção da vida (isolamento social, redução de atividades) e os que defendem a proteção da economia (continuidade das atividades econômicas, proteção do emprego e da renda, proteção do trabalhador informal). Os cientistas buscam a origem da epidemia, vacinas que evitem e remédios que curem a doença: uma febre, mal estar, tosse seca que pode evoluir para uma séria pneumonia, bloqueio dos pulmões e morte por insuficiência respiratória. A doença é transmitida por contato pessoal, de pessoa a pessoa; e a rapidez com que se espalhou pelo planeta, país a país, e com que contaminou em poucos dias boa parte da população, surpreende.
Qual a relação da Covid-19 com o meio ambiente? Não tenho em mãos estudos científicos, trabalhos acadêmicos ou o necessário distanciamento, no tempo e no espaço, para um artigo de maior profundidade; mas não custa tentar entender algo do que aconteceu e do que pode acontecer a partir das entrevistas, das publicações e da incessante atividade de estudiosos e jornalistas conscientes. Este artigo não tem pretensão científica; é apenas uma colocação inicial do tema, uma reflexão nestes tempos pandêmicos.
A Covid-19 é causada por um vírus: os únicos organismos acelulares da Terra, seres muito simples e pequenos formados por uma cápsula proteica envolvendo o material genético. O nome vem do latim ‘virus’ (fluído venenoso ou toxina) e designa os vírus biológicos e, metaforicamente, qualquer coisa que se reproduza de forma parasitária. Não são células: o vírus é uma partícula sem metabolismo próprio que, para executar seu ciclo de vida, busca um ambiente que tenha o que lhe falta. Esse ambiente é o interior de uma célula que efetuará a síntese da proteína do vírus e, simultaneamente, fará a multiplicação do material genético viral; por isso são parasitas obrigatórios do interior celular, pois se reproduzem pela invasão e controle da máquina de reprodução celular. O vírus muitas vezes adere à parede da célula e ‘injeta’ o seu material genético como uma seringa, ou então entra por englobamento em que a célula ‘engole’ o vírus e o introduz no seu interior. A reprodução ocorre de duas maneiras: o vírus invade e assume o controle da célula, produz novos vírus, a célula se rompe e libera os vírus produzidos, que invadirão outras células (ciclo lítico); ou então, após a invasão o DNA viral incorpora-se ao DNA da célula infectada que continua suas operações normais; o material genético do vírus é duplicado nas células-filhas a cada mitose, causando doenças que tendem a ser incuráveis, como a AIDS (ciclo lisogênico)1.
Os coronavírus são um grupo de vírus conhecido dos humanos desde a década de 1960, causa comum de infecções respiratórias brandas a graves de curta duração; nesse grupo estão os vírus SARSr-CoV, que causa a síndrome respiratória aguda grave (SARS), que apareceu em 2002 na China e se espalhou rapidamente para mais de doze países na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia, infectando mais de 8.000 pessoas com aproximadamente oitocentas mortes, e SARS-Cov-2, que causa a Covid-19, a atual pandemia2 que até 26-3-2020 atingiu pelo menos 510.000 pessoas em mais de 200 países e territórios, com grande surto na China continental, Itália, Estados Unidos, Espanha e Alemanha, com aproximadamente 15.000 mortes3. Transmite-se de pessoa a pessoa com enorme rapidez, mas não é um vírus resistente: cede à água e sabão, a medida comuns de higiene e não sobrevive muito tempo se não for absorvido por outra pessoa.
A hipótese mais provável é ter origem em morcegos (que não adoecem dele, por causa de seu especial metabolismo), daí passou para o pangolim (uma espécie africana, que lembra o nosso tatu, procurado na China pelo sabor da carne e por ditas propriedades medicinais) (fala-se nele, pois os estudos indicam que a Covid-19 é 99% igual ao vírus do pangolim), e dele para os humanos. Essa tripla passagem é rara, pois o curto espaço de vida do vírus exige que os três animais: o morcego, o pangolim e o humano, estejam junto no mesmo tempo e lugar. Aí entra o mercado de Wuhan, onde animais vivos, domésticos e selvagens de todo o mundo, ficam empilhados em engradados, um em cima do outro, de modo que os debaixo recebem os resíduos dos que estão em cima (fezes, urina, sangue, pus, seja o que for) e assim se contaminam, se algum acima carregar o vírus; e dali são comprados e consumidos por humanos4. O período em que o humano é assintomático e a facilidade da transmissão explica a rápida expansão da epidemia.
Morcegos? Zoólogos e infectologistas indicam que mudanças no comportamento humano – destruição de habitats naturais somado ao rápido movimento de pessoas no planeta – facilitou a transmissão de doenças antes circunscritas à natureza distante. Morcegos são os únicos mamíferos que voam, por isso as colonias se movimentam por uma grande área. Os vírus que neles se desenvolvem aprendem a suportar a elevação da temperatura corporal durante o voo, e por consequência acabam resistindo à febre humana (um meio de defesa), quando nos atacam. Segundo Andrew Cunningham, Professor de Epidemiologia Selvagem na Sociedade Zoológica de Londres, a transferência inter-espécies decorre da atividade humana: quando o morcego está assustado ou estressado por ser caçado, ou porque seu habitat está sendo destruído pelo desflorestamento, seu sistema imunológico enfraquece e tem dificuldade de controlar tais patógenos; a infecção aumenta e é excretada ou expelida. O ‘stress’ porque passam os animais selvagens nos mercados de animais vivos como em Wuhan leva à excreção mais acentuada dos animais contaminados, que atinge animais também engaiolados, nervoso e estressados, com menor resistência. Kate Jones, Professora de Ecologia e Biodiversidade no University College London lembra o aumento exponencial do transporte de animais e que a destruição de seus habitats em troca de paisagens mais ‘humanas’ causa o contato entre animais de uma maneira anormal, que nunca aconteceu antes, ainda mais quando empilhados em gaiolas em mercados desse tipo. Interações que se continham no local onde ocorreram agora se espalham por grandes áreas. A conclusão dos dois cientistas é a seguinte: primeiro, a culpa não é dos morcegos; segundo, a maneira com que interagimos com as outras espécies leva à disseminação pandêmica do patógeno; e o coronavirus talvez seja o primeiro sinal claro, incontestável, de que a degradação ambiental pode matar os humanos com rapidez, e pode acontecer de novo. A destruição dos habitats é a causa, de modo que a restauração deles é a solução. ‘Não é OK transformar uma floresta em agricultura sem entender o impacto que causa no clima, na concentração de carbono, na deflagração de doenças e de inundações; você não pode ver apenas a transformação da natureza sem pensar no que ela causa nos humanos’, diz Jones5.
Para encerrar este artigo com uma nota positiva, a desaceleração da economia trazida pela pandemia fez regredir rapidamente a poluição do ar, a concentração de dióxido de carbono, a redução do ruído e uma melhoria na qualidade de vida nas cidades. É uma demonstração de que a mudança nos hábitos de consumo, a redução no uso de combustíveis fósseis e uma nova dinâmica na produção de bens e serviços pode produzir resultados duradouros e benéficos para a humanidade e, melhor ainda, para o planeta. Não desanimemos.

Conhecimento do covid19 para trabalhos escolares a distância!

Os coronavírus são um grupo de vírus de genoma de RNA simples de sentido positivo (serve diretamente para a síntese proteica), conhecidos desde meados dos anos 1960. Pertencem à subfamília taxonómica Orthocoronavirinae da família Coronaviridae, da ordem Nidovirales.[1][2]
A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida. Eles são uma causa comum de infecções respiratórias brandas a moderadas de curta duração. Entre os coronavírus encontra-se o vírus causador da forma de pneumonia atípica grave conhecida por SARS,[3][4][5] e o vírus causador da COVID-19, responsável pela pandemia em 2019 e 2020.

Taxonomia

Os coronavírus da subfamília Orthocoronaviridae se dividem em quatro gêneros: AlphacoronavirusBetacoronavirusGammacoronavirus e Deltacoronavirus. De todos esses gêneros, há seis espécies que causam infecção em humanos.
No gênero Alphacoronavirus há os coronavírus humanos das espécies HCoV-229E e HCoV-NL63, que causam infecções leves a moderadas comuns.[6] Neste gênero também se encontra o CCoV, o coronavírus canino, que causa gastroenterite em cães e pode ser prevenido com vacina.[7][8]
No gênero Betacoronavirus há os coronavírus humanos das espécies HCoV-OC43, HCoV-HKU1, SARSr-CoV e MERS-CoV.
HCoV-OC43 e HCoV-HKU1 causam infecções leves a moderadas comuns. MERS-CoV causa a doença MERS (Síndrome respiratória do Médio Oriente).[6]
A espécie SARSr-CoV se divide nas cepas SARS-CoV, que causa a doença SARS (Síndrome respiratória aguda grave), e SARS-CoV-2, que causa a doença Covid-19 (COrona VIrus Disease 2019).
SARS-CoV-2, causador da COVID-19, foi identificado em 2020, tem "parentesco" com o vírus da SARS-CoV. Causa febre, tosse e falta de ar e dificuldade para respirar (pneumonia)[9][10]

Origem evolutiva dos coronavírus humanos

Existem sete cepas conhecidas de coronavírus humanos, e todas elas evoluíram de coronavírus de outros animais.[11]
June Almeida descobriu o primeiro coronavírus humano no St Thomas' Hospital em Londres em 1964.[12]
Nome da cepaDescobertaOrigem evolutivaDoença causada
HCoV-229E1960[13]O coronavírus humano 229E divergiu do coronavírus da alpaca antes de 1960[14]Resfriado comum.
SARS-CoV2002[13]O coronavírus humano SARS divergiu do coronavírus de morcego em 1986[15]Doença SARS.
HCoV-OC432004[16]O coronavírus humano OC43 divergiu do coronavírus bovino em 1890[17]Resfriado comum.
HCoV-NL632004[13]O coronavírus humano NL63 divergiu do coronavírus de morcego 822 anos atrás[18]Resfriado comum.
HCoV-HKU12005[19]O coronavírus humano HKU1 divergiu do coronavírus de morcego[20]Resfriado comum.
MERS-CoV2012[13]O coronavírus humano MERS divergiu do coronavírus de morcego antes dos anos 90 e transmitido aos humanos pelos camelos[21]Doença MERS.
SARS-CoV-22019[9]1 - Um estudo genético inicial sugeriu que o SARS-CoV-2 tenha divergido do coronavírus de cobras.[22] Porém, cientistas questionaram a possível origem.[23]
2 - Estudos posteriores sugeriram que o vírus tenha divergido da versão que parasita morcegos[24] e transmitido aos humanos por um animal ainda desconhecido.
3 - Estudos recentes indicam que o vírus tenha divergido da versão que parasita pangolins[25] pois possui material genético 99% igual ao do vírus encontrado neste animal.
Doença Covid-19.
Foram descobertos em 2020, seis novos coronavírus em morcegos em Mianmar, mas esses vírus não estão relacionados ao Síndrome Respiratório Agudo Grave de Coronavírus (SARS CoV-1), Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) ou COVID-19.[26]

Sinais e sintomas

Diferentes coronavírus afetam diferentes espécies causando diferentes doenças. Os principais sintomas da COVID-19 são febretosse e fadiga.[27]

Transmissão

A transmissão do vírus pode se dar:[6]
  • Por meio de tosse ou espirro;
  • Contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
  • Contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido então de contato com a boca, nariz ou olhos.
Entre os grupos de risco estão qualquer pessoa que cuidou do paciente, incluindo profissionais de saúde ou familiares, que tenha tido contato físico com o paciente ou que tenha permanecido no mesmo local que o paciente doente.[3]
Em 2020, análises indicaram que o SARS-CoV-2 (anteriormente 2019-nCoV) pode ter passado de um animal para o ser humano.[9]

Epidemiologia


Mapa-múndi e mapa de propagação de pandemia entre países portugalsko
South Korea: an example of success in fighting coronavirus
Coreia do Sul: um exemplo de sucesso no combate ao coronavírus

Pandemia de 2020


A 11 de março de 2020, o surto foi declarado uma pandemia, sendo que o numero de casos confirmados a nível mundial atingiu mais de 121 000, sendo em 120 diferentes territórios, dos quais mais de 80 000 na China. O número de mortes ascende a 4 300, havendo mais de 1 200 mortes fora da China.[30][31][32]Em meados de janeiro a imprensa começou a reportar casos sobre um "misterioso vírus que causava problemas respiratórios", tendo este vírus depois sido classificado como um coronavírus e chamado numa primeira fase de 2019-nCoV. Inicialmente, 800 pessoas foram infectadas e houve 259 mortes na China, mas houve casos também no Japão, Tailândia, Coreia do Sul, França e Estados Unidos, todos associados a pessoas que haviam viajado para a China recentemente. Em 20 de janeiro a OMS estimava que o número de casos poderia estar próximo de dois mil.[9][28][29]

Surto de 2015 na Coreia do Sul

Um surto de MERS foi associado a um viajante que havia retornado do Oriente Médio. Quase 200 pessoas foram infectadas e houve 36 mortes.[6][33][34]

Surto de 2012 no Oriente Médio

Em 2012 foi isolado outro novo coronavírus, distinto do SARS-CoV. Esse novo coronavírus, desconhecido até então, foi inicialmente identificado na Arábia Saudita e, posteriormente, em outros países do Oriente Médio, na Europa e na África. Todos os casos identificados fora da Península Arábica tinham histórico de viagem ou contato recente com viajantes procedentes de países do Oriente Médio – Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia. Pela localização dos casos, a doença passou a ser designada como síndrome respiratória do Oriente Médio, cuja sigla é MERS, do inglês “Middle East Respiratory Syndrome”. O novo vírus foi nomeado coronavírus associado à MERS (MERS-CoV).[3][6]

Surto de 2002 na China

Os primeiros casos da síndrome respiratória aguda grave (SARS - Severe Acute Respiratory Syndrome), causada pelo SARS-CoV, aconteceram na China em 2002, tendo o vírus se espalhado rapidamente para mais de doze (12) países na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. Entre 2002 e 2003, mais de oito mil (8.000) pessoas foram infectadas e cerca de oitocentas (800) morreram, no que foi chamado uma "epidemia global". (SARS-CoV)[3][9]

sábado, 25 de abril de 2020

25/04/2020 Covid19 atualizações.

Veja os dados sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (25), segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde. Foram registradas 4.045 mortes provocadas pela Covid-19 e 59.196 casos confirmados da doença em todo o país.

Taxa de ocupação de leitos de UTI

  • Acre – 80% em Rio Branco em 21/04
  • Alagoas – 29% em todo o estado em 25/04
  • Amazonas – 96% em todo o estado em 23/04
  • Bahia – 54% em todo o estado em 21/04
  • Ceará – 100% em todo o estado em 20/04
  • Espírito Santo - 69,2% em todo o estado em 24/04
  • Maranhão – 51,9% em todo o estado em 22/04
  • Mato Grosso – 4,8% dos leitos de UTI da rede pública em todo o estado em 23/04
  • Mato Grosso do Sul – 64% em todo o estado em 17/04
  • Minas Gerais – 54em todo o estado em 24/04
  • Pará – 84% em todo o estado em 15/04
  • Paraíba – 28% em todo o estado em 25/04
  • Paraná – 30% em todo o estado em 23/04
  • Piauí - 23,8% em todo o estado em 25/04
  • Pernambuco – 95% em todo estado em 19/04; além disso, 99% dos leitos de UTI da rede pública dedicados aos pacientes infectados pelo novo coronavírus também estão ocupados
  • Rio de Janeiro – 74% em todo o estado em 19/04
  • Rio Grande do Norte – 33% em todo o estado em 22/04
  • Rio Grande do Sul – 54,57% em todo o estado em 22/04
  • Santa Catarina – 16,08% dos leitos na rede pública em todo o estado em 25/04
  • São Paulo – 58,9% em todo o estado em 25/04
  • Sergipe – 6 leitos ocupados em 23/04
Distrito Federal, Goiás, Rondônia, Roraima e Tocantins não divulgaram a taxa de ocupação.

Testes feitos pelos estados

Número de testes de coronavírus feitos pelos estados
EstadoNº de testesData de divulgação
Acre1.87923/04
Alagoas1.86222/04
Amazonas6.00024/04
Bahia14.35424/04
Ceará19.75324/04
Distrito Federal24.82525/04
Espírito Santo8.78324/04
Goiás9.68023/04
Maranhão5.96325/04
Mato Grosso1.85524/04
Mato Grosso do Sul1.87223/04
Paraná13.69424/04
Pernambuco8.03623/04
Piauí1.79222/04
Rio Grande do Norte6.80622/04
Rondônia1.55822/04
Roraima71823/04
Santa Catarina7.45222/04
São Paulo35.60022/04
Sergipe1.24123/04
Total154.920
Amapá, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Tocantins não divulgaram o número de testes.

Pacientes recuperados

Pacientes recuperados de Covid-19 nos estados
EstadosNº de pacientes recuperadosData de divulgação
Acre8824/04
Alagoas7824/04
Amapá27224/04
Amazonas1.03724/04
Bahia45425/04
Distrito Federal59225/04
Espírito Santo40924/04
Maranhão25025/04
Mato Grosso12524/04
Mato Grosso do Sul10525/04
Pará73625/04
Paraíba11724/04
Paraná62024/04
Pernambuco20224/04
Piauí10425/04
Rio de Janeiro2.70224/04
Rio Grande do Norte28922/04
Rio Grande do Sul70424/04
Rondônia5523/04
Roraima3922/04
Sergipe3924/04
Tocantins1522/04
Total8.510
Ceará, Goiás, Minas Gerais, Santa Catarina e São Paulo não divulgaram o número de pacientes recuperados.

Fonte