quinta-feira, 19 de abril de 2012
Jornalismo ambiental é tema de Fórum durante Fiema Brasil 2012
Multas ambientais irão direto para o Fundo Nacional do Meio Ambiente
quarta-feira, 18 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Zinco é arma do sistema imunológico contra micróbios
Zinco
Cientistas do Instituto CNRS, na França, descobriram um novo mecanismo natural de defesa contra infecções.
De forma surpreendente, os pesquisadores descobriram que o zinco, um metal pesado que é tóxico em altas doses, é utilizada pelas células do sistema imunológico para destruir micróbios como o bacilo da tuberculose ou a bactéria E. coli.
A descoberta abre caminho para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas relacionadas às infecções e às doenças auto-imunes, além de novas formas para testar vacinas em desenvolvimento.
O sistema imunológico contra-ataca
Uma das estratégias bem conhecidas e usadas por nosso sistema imunológicopara destruir os micróbios consiste em privá-los de nutrientes essenciais, tais como os metais, especialmente o ferro.
Mas esta é a primeira vez que os cientistas demonstram que o inverso também é verdadeiro: as células imunológicas são capazes de mobilizar reservas de metais pesados, principalmente o zinco, para envenenar os micróbios.
O fenômeno foi demonstrado com o Mycobacterium tuberculosis, o agente responsável pela tuberculose em humanos, que responde por quase 2 milhões de mortes por ano no mundo, e para a Escherichia coli, da qual algumas cepas podem causar infecções graves do sistema digestivo e urinário.
Bombas de defesa
Os pesquisadores observaram uma acumulação rápida e persistente de zinco nas células do sistema imunológico (macrófagos) que ingeriram M. tuberculosisou E. coli.
Eles também observaram a produção, na superfície dos micróbios, de numerosas proteínas cujo papel é o de bombear para fora os metais pesados, ou seja, eliminá-los.
A sintetização dessas "bombas" é uma defesa dos micróbios contra a intoxicação imposta pelos macrófagos.
A prova definitiva veio quando os cientistas alteraram geneticamente os micróbios para que eles não conseguissem desenvolver as bombas: tanto o M. tuberculosis quanto a E. coli se tornaram ainda mais sensíveis à destruição pelos macrófagos.
Importância do zinco no organismo
O zinco, embora tóxico quando ingerido em quantidades muito elevadas, é, portanto, benéfico para o sistema imunológico.
Os cientistas levantam a hipótese de que possa haver mecanismos equivalentes para outros metais pesados, como o cobre.
Estes resultados têm implicações clínicas muito concretas.
Em particular, eles reabrem o debate sobre a suplementação da dieta com zinco e podem também conduzir a novos antibióticos que bloqueiem a ação das bombas microbianas de metais ou a novas vacinas com cepas atenuadas.
Redação do Diário da SaúdeRecicle sua ideia sobre o lixo
sábado, 14 de abril de 2012
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sexta-feira, 6 de abril de 2012
Teste com vacina da Aids dá respostas sobre sistema imune
Segundo estimativas divulgadas em 2009, 31,2% dos participantes no estudo vacinados com este produto batizado RV144 tinham claramente menos risco de ser infectados pelo HIV do que o grupo tratado com placebo.
Os cientistas examinaram amostras de sangue dos participantes vacinados com o RV144 para analisar suas respostas imunológicas e descobriram que os diferentes tipos de respostas dos anticorpos estavam relacionados com o nível de infecção do HIV.
Os resultados do teste clínico da vacina, do qual participaram mais de 16 mil adultos na Tailândia, foram publicados em outubro de 2009 no “New England Journal of Medicine”, a mesma revista médica que publica este novo estudo em sua edição de 5 de abril.
“Ao estudar aqueles que foram infectados em comparação com os participantes que não foram, pensamos ter descoberto indícios muito importantes sobre a forma como funciona a vacina”, explicou Barton Haynes, professor de medicina da Universidade de Duke (Carolina do Norte, sudeste), encarregado de fazer a análise.
“Aparentemente, a proteção neste teste clínico foi principalmente atribuída aos anticorpos e todos os anticorpos estudados isolados da vacina RV144″, destacou.
“Os diferentes efeitos protetores destes anticorpos – induzidos pela vacina – serão testados em primatas para ver se poderiam impedir uma infecção por HIV”, acrescentou o médico.
A principal descoberta se baseia no fato de que anticorpos específicos de uma zona que envolve o vírus, chamada V1V2, estão vinculados ao nível de infecção mais frágeis no caso dos vacinados, explicaram os pesquisadores.
Os anticorpos são proteínas produzidas pelo organismo para se defender de agentes infecciosos como vírus ou bactérias.
Segundo a hipótese antecipada pelos virologistas, os anticorpos aderem à zona V1V2 do invólucro do vírus, o que impediria a infecção, ao bloquear sua reprodução.
(Fonte: G1)
Água contaminada vaza ao mar em Fukushima, diz TV japonesa
Os trabalhadores da companhia descobriram durante a madrugada que o vazamento do líquido contaminado é procedente de um dos encanamentos conectados ao tanque no qual se armazena a água radioativa que serve para resfriar os reatores.
A acumulação de milhares de toneladas de água contaminada provenientes dos reatores, líquido que segue em direção ao interior das instalações da usina, é um dos principais problemas enfrentados pela Tepco em Fukushima Daiichi.
Os operários da companhia conseguiram fechar as válvulas do encanamento, o que deteve o vazamento, aproximadamente uma hora depois, detalhou a “NHK”.
A operadora de Fukushima confirmou que estima que uma parte significativa das 12 toneladas de água contaminada com estrôncio altamente radioativo tenha vazado ao Oceano Pacífico através de uma fundação de drenagem que comunica a central com o mar.
Além disso, em 26 de março, a Tepco informara também de um vazamento no sistema de circulação de água dos reatores 1, 2 e 3 da central, o que despejou 80 litros de água contaminada com estrôncio no oceano.
(Fonte: G1)

