Um estudo divulgado nesta quarta-feira aponta que o nível dos oceanos aumentará mais rapidamente do que o esperado neste século, em parte devido à aceleração das alterações climáticas no Ártico e ao derretimento do gelo na Groenlândia. Segundo relatório do Programa de Monitoramento e Avaliação do Ártico em Oslo (PMAAO), o nível dos oceanos pode ser elevado em até 1,6 m em 2100.
A mudança deve literalmente cobrir algumas pequenas ilhas, arruinar vastas extensões de terra utilizadas para plantações e aumentar a intensidade de vulcões ativos e outros eventos naturais extremos. Mesmo tratando-se de um evento relativamento lento, ele deve trazer consequências devastadoras para as cidades costeiras, principalmente as densamente povoadas e de localização mais baixa como algumas regiões de Bangladesh, Vietnã e China, alertam os cientistas.
“Os últimos seis anos (até 2010) foram o período mais quente já registrado no Ártico”, aponta relatório. “No futuro, em nível mundial, o mar deve subir de 0,9 m a 1,6 m em 2100, e a perda de gelo das geleiras e calotas polares do Ártico e da camada de gelo da Groenlândia representarão uma contribuição substancial”, acrescenta o estudo. Os aumentos foram projetados a partir de 1990.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês) informou em seu último grande estudo, em 2007, que o nível dos mares eram susceptíveis de aumentar entre 18 e 59 cm até 2100. Esses números não incluíam uma possível aceleração do degelo nas regiões polares.
Ministros das Relações Exteriores das nações do Conselho do Ártico – Estados Unidos, Rússia, Canadá, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Noruega e Islândia – devem se reunir na Groenlândia em 12 de maio. “O aumento da temperatura média anual, desde 1980, é o dobro no Ártico em comparação com resto do mundo”, disse o estudo. As temperaturas agora estão mais elevadas do que a qualquer momento nos últimos 2 mil anos, segundo o estudo.
Efeito estufa – O IPCC afirmou ainda que é pelo menos 90% provável que as emissões humanas de gases do efeito estufa, principalmente a queima de combustíveis fósseis, sejam responsáveis pela maior parte do aquecimento nas últimas décadas.
“É preocupante que a ciência mais recente indique uma elevação do nível do mar muito mais alta do que esperávamos”, disse a Comissária do Clima da União europeia, Connie Hedegaard. “O estudo é mais uma evidência de como o combate às alterações climáticas se tornou urgente, embora esta urgência nem sempre fique evidente no debate público e no ritmo das negociações internacionais”, disse.
As negociações da ONU para um pacto global de combate às alterações climáticas têm um progresso lento. A ONU diz que promessas nacionais para limitar as emissões de gases de efeito estufa são insuficientes para evitar mudanças perigosas, como inundações ou ondas de calor.
(Fonte: Portal Terra)
sábado, 7 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
MEDIDOR DE GLICOSE PODE TRANSMITIR AIDS
Gostaria de saber se pode haver transmissão do HIV pela utilização do aparelho medidor de glicose, o qual provoca uma pequena picada no dedo das pessoas.
Por alexia.
Pois é cara amiga Alexia.
boa pergunta!
Pesquisei pela net e não obtive nenhum resultado sobre este tema, mas ao meu ver se houver contato com sangue de um portador de HIV e não houver a troca da agulha, acredito que sim, pois a agulha é descartável para não haver transmisão de qualquer doença a outra pessoa.
Fica aqui esta pergunta aberta a quem possa acrescentar novas informações.
Por alexia.
Pois é cara amiga Alexia.
boa pergunta!
Pesquisei pela net e não obtive nenhum resultado sobre este tema, mas ao meu ver se houver contato com sangue de um portador de HIV e não houver a troca da agulha, acredito que sim, pois a agulha é descartável para não haver transmisão de qualquer doença a outra pessoa.
Fica aqui esta pergunta aberta a quem possa acrescentar novas informações.
Tetra Pak traça metas ambientais para 2020
Redução da emissão de carbono, aumento da taxa de reciclagem e do uso de matérias-primas renováveis estão entre os objetivos da empresa.
Seguindo a premissa do crescimento sustentável, a Tetra Pak anuncia novas metas ambientais até o ano de 2020. O plano global inclui a duplicação da taxa de reciclagem das embalagens e redução de 40% das emissões de CO2, mesmo com a estimativa de crescimento médio dos negócios de 5% ao ano.
Atualmente no Brasil, as principais frentes ambientais de trabalho têm sido o fomento às iniciativas de coleta seletiva, o desenvolvimento de tecnologias de reciclagem e sua transferência para empresas recicladoras, além de educação ambiental. Como resultado, nos últimos cinco anos a taxa de reciclagem evoluiu, atingindo 25% do total consumido.
De acordo com Dennis Jönsson, presidente e CEO da Tetra Pak, as metas de 10 anos fazem parte de um novo programa ambiental ambicioso, que reforça o compromisso da empresa de oferecer soluções para o crescimento sustentável. “Para atingirmos os objetivos, não basta reestruturar e modificar apenas ações e operações da Tetra Pak. Teremos que envolver toda a cadeia de valor, fornecedores, indústria de alimentos e, principalmente, os consumidores”, explica Dennis.
Com a eficiência ambiental no cerne da estratégia dos negócios, a Tetra Pak também aspira ao desenvolvimento de embalagens produzidas com matérias-primas 100% renováveis. Atualmente, as embalagens são compostas por 5% de alumínio, 20% de plástico e 75% de papel, uma fonte renovável proveniente de florestas certificadas.
Para aumentar este percentual, a Tetra Pak assinou um acordo com o produtor brasileiro de polietileno verde de alta densidade, fabricado a partir do etanol de cana-de-açúcar. A expectativa é que ainda em 2011 as tampas das embalagens comecem a ser produzidas com esse material renovável.
Ao mesmo tempo, a empresa também trabalha em parceria com seus fornecedores para aumentar a oferta de matéria-prima certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council). Em 2010, cinco bilhões de embalagens foram entregues no mercado brasileiro com o selo que garante o manejo florestal socialmente justo, ambientalmente correto e economicamente viável.
Perfil-A Tetra Pak é líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos. Trabalhando próximo aos fornecedores e clientes, fornece produtos seguros, inovadores e ambientalmente corretos que a cada dia atendem às necessidades de centenas de milhões de pessoas em mais de 170 países ao redor do mundo. Com aproximadamente 22.000 funcionários baseados em mais de 85 países, acreditamos na gestão responsável e abordagem sustentável do negócio. O nosso slogan “PROTEGE O QUE É BOM” reflete nossa visão de tornar o alimento seguro e disponível, em qualquer lugar. [www.tetrapak.com.br].
http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=156599
Seguindo a premissa do crescimento sustentável, a Tetra Pak anuncia novas metas ambientais até o ano de 2020. O plano global inclui a duplicação da taxa de reciclagem das embalagens e redução de 40% das emissões de CO2, mesmo com a estimativa de crescimento médio dos negócios de 5% ao ano.
Atualmente no Brasil, as principais frentes ambientais de trabalho têm sido o fomento às iniciativas de coleta seletiva, o desenvolvimento de tecnologias de reciclagem e sua transferência para empresas recicladoras, além de educação ambiental. Como resultado, nos últimos cinco anos a taxa de reciclagem evoluiu, atingindo 25% do total consumido.
De acordo com Dennis Jönsson, presidente e CEO da Tetra Pak, as metas de 10 anos fazem parte de um novo programa ambiental ambicioso, que reforça o compromisso da empresa de oferecer soluções para o crescimento sustentável. “Para atingirmos os objetivos, não basta reestruturar e modificar apenas ações e operações da Tetra Pak. Teremos que envolver toda a cadeia de valor, fornecedores, indústria de alimentos e, principalmente, os consumidores”, explica Dennis.
Com a eficiência ambiental no cerne da estratégia dos negócios, a Tetra Pak também aspira ao desenvolvimento de embalagens produzidas com matérias-primas 100% renováveis. Atualmente, as embalagens são compostas por 5% de alumínio, 20% de plástico e 75% de papel, uma fonte renovável proveniente de florestas certificadas.
Para aumentar este percentual, a Tetra Pak assinou um acordo com o produtor brasileiro de polietileno verde de alta densidade, fabricado a partir do etanol de cana-de-açúcar. A expectativa é que ainda em 2011 as tampas das embalagens comecem a ser produzidas com esse material renovável.
Ao mesmo tempo, a empresa também trabalha em parceria com seus fornecedores para aumentar a oferta de matéria-prima certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council). Em 2010, cinco bilhões de embalagens foram entregues no mercado brasileiro com o selo que garante o manejo florestal socialmente justo, ambientalmente correto e economicamente viável.
Perfil-A Tetra Pak é líder mundial em soluções para processamento e envase de alimentos. Trabalhando próximo aos fornecedores e clientes, fornece produtos seguros, inovadores e ambientalmente corretos que a cada dia atendem às necessidades de centenas de milhões de pessoas em mais de 170 países ao redor do mundo. Com aproximadamente 22.000 funcionários baseados em mais de 85 países, acreditamos na gestão responsável e abordagem sustentável do negócio. O nosso slogan “PROTEGE O QUE É BOM” reflete nossa visão de tornar o alimento seguro e disponível, em qualquer lugar. [www.tetrapak.com.br].
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Produção e meio ambiente: uma nova visão sobre o Pampa
Para evoluirmos, precisamos periodicamente rever conceitos e quebrar paradigma
Até bem pouco tempo, havia na sociedade, refletida na própria legislação ambiental brasileira, uma visão de que a vegetação nativa a ser protegida restringia-se basicamente às florestas (códigos florestais, leis florestais, etc). Era como se os campos não existissem. Esta percepção vem mudando e a Lei 11.428/06 da Mata Atlântica, ao prever expressamente a proteção, por exemplo, dos campos de altitude, comprova isto.
Tal mudança decorre do acúmulo de conhecimento científico, que tem demonstrado a riqueza e a importância da biodiversidade dos campos nativos para diversos fins socioeconômicos: pastoreio, manutenção de aquíferos e cursos d'água, armazenamento de carbono, entre outros.
Mas e quanto ao Pampa? A região do Pampa gaúcho só foi reconhecida como um bioma nacional em 2004, agregando-se desde então aos demais biomas continentais brasileiros: Amazônia, Pantanal, Cerrado, Caatinga e Mata atlântica. É o único bioma situado inteiramente em um estado, onde ocupa cerca de 63% do território. Nos últimos anos ganhou certa visibilidade graças à polêmica envolvendo a implantação de grandes projetos de silvicultura na Metade Sul.
Em que pese o recente reconhecimento oficial, levantamento do IBAMA mostra que só restam 36% da área de vegetação original do Pampa em virtude de sua supressão para fins principalmente agrícolas. Oportuno perguntar: como assegurar a conservação do que restou? Papel fundamental tem a pecuária sobre campo nativo, vocação natural e atividade tradicional da região.
Já houve o tempo em que se imaginava que a conservação dos campos só poderia ser alcançada cercando-se áreas e isolando-as de qualquer tipo de uso. Engano. Pesquisas tem demonstrado a plena compatibilidade da pecuária no Pampa com a conservação dos campos nativos, inclusive com aumentos substanciais de produtividade e lucro para o próprio produtor rural. Um exemplo de que a conservação ambiental, longe de ser um entrave ao desenvolvimento, pode alavancá-lo!
Não por outro motivo, o IBAMA/RS coordenou a elaboração, juntamente com pesquisadores da UFRGS, Embrapa Pecuária Sul e ICMBio, de uma proposta de diretrizes e critérios para o uso pecuário sustentável das áreas de reserva legal do Pampa. E tem procurado criar canais de diálogo com o setor produtivo e outros setores governamentais e não governamentais com vistas a incentivar esta atividade no bioma, evitando a conversão dos campos nativos para outros usos.
Em tempos de acaloradas e radicalizadas discussões, o exemplo da pecuária no Pampa mostra que rever conceitos e quebrar paradigmas, associados a uma sólida base técnica e uma pitada de bom senso podem fazer toda a diferença na inevitável conciliação entre produção e meio ambiente.
*Marcelo Machado Madeira é Analista ambiental da Divisão Técnica do IBAMA/RS
http://www.institutocarbonobrasil.org.br/?id=727436
Até bem pouco tempo, havia na sociedade, refletida na própria legislação ambiental brasileira, uma visão de que a vegetação nativa a ser protegida restringia-se basicamente às florestas (códigos florestais, leis florestais, etc). Era como se os campos não existissem. Esta percepção vem mudando e a Lei 11.428/06 da Mata Atlântica, ao prever expressamente a proteção, por exemplo, dos campos de altitude, comprova isto.
Tal mudança decorre do acúmulo de conhecimento científico, que tem demonstrado a riqueza e a importância da biodiversidade dos campos nativos para diversos fins socioeconômicos: pastoreio, manutenção de aquíferos e cursos d'água, armazenamento de carbono, entre outros.
Mas e quanto ao Pampa? A região do Pampa gaúcho só foi reconhecida como um bioma nacional em 2004, agregando-se desde então aos demais biomas continentais brasileiros: Amazônia, Pantanal, Cerrado, Caatinga e Mata atlântica. É o único bioma situado inteiramente em um estado, onde ocupa cerca de 63% do território. Nos últimos anos ganhou certa visibilidade graças à polêmica envolvendo a implantação de grandes projetos de silvicultura na Metade Sul.
Em que pese o recente reconhecimento oficial, levantamento do IBAMA mostra que só restam 36% da área de vegetação original do Pampa em virtude de sua supressão para fins principalmente agrícolas. Oportuno perguntar: como assegurar a conservação do que restou? Papel fundamental tem a pecuária sobre campo nativo, vocação natural e atividade tradicional da região.
Já houve o tempo em que se imaginava que a conservação dos campos só poderia ser alcançada cercando-se áreas e isolando-as de qualquer tipo de uso. Engano. Pesquisas tem demonstrado a plena compatibilidade da pecuária no Pampa com a conservação dos campos nativos, inclusive com aumentos substanciais de produtividade e lucro para o próprio produtor rural. Um exemplo de que a conservação ambiental, longe de ser um entrave ao desenvolvimento, pode alavancá-lo!
Não por outro motivo, o IBAMA/RS coordenou a elaboração, juntamente com pesquisadores da UFRGS, Embrapa Pecuária Sul e ICMBio, de uma proposta de diretrizes e critérios para o uso pecuário sustentável das áreas de reserva legal do Pampa. E tem procurado criar canais de diálogo com o setor produtivo e outros setores governamentais e não governamentais com vistas a incentivar esta atividade no bioma, evitando a conversão dos campos nativos para outros usos.
Em tempos de acaloradas e radicalizadas discussões, o exemplo da pecuária no Pampa mostra que rever conceitos e quebrar paradigmas, associados a uma sólida base técnica e uma pitada de bom senso podem fazer toda a diferença na inevitável conciliação entre produção e meio ambiente.
*Marcelo Machado Madeira é Analista ambiental da Divisão Técnica do IBAMA/RS
http://www.institutocarbonobrasil.org.br/?id=727436
ONG alerta para corrupção nas políticas climáticas
Existe uma grande pressão para que os países ricos comecem de uma vez a liberar recursos para a adaptação das nações mais vulneráveis às mudanças climáticas. Porém, a Transparência Internacional alerta que é preciso criar ferramentas de controle para que todo esse dinheiro não acabe indo pelo ralo da corrupção.
De acordo com a organização, 20 das nações que mais precisam de ajuda climática estão entre as mais corruptas do planeta. Países como Bangladesh, Zimbábue, Egito e Vietnã não possuem condições de garantir a aplicação do dinheiro e apresentam um índice de corrupção menor que 3,6 numa escala de zero a dez, onde zero significa totalmente corrupto.
Segundo o relatório “Global Corruption Report: Climate Change”, o investimento total no combate às mudanças climáticas deve alcançar US$ 700 bilhões até 2020. Boa parte desse dinheiro será movimentada por novas vias de mercado que nunca foram testadas, ou seja, com grande probabilidade de serem alvos de criminosos.
Mesmo nos mecanismos de captação de recursos climáticos ou de preservação florestal já existentes são comuns casos de fraude e praticamente nenhum deles passou pelas reformas necessárias para melhorar a segurança após esses episódios.
O programa de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD), por exemplo, deve movimentar US$ 28 bilhões por ano a partir de 2013 e é apontado como muito suscetível à corrupção. Isto porque envolve um grande número de autoridades em diferentes níveis e está sujeito a leis obscuras em muitos países. Em um caso recente, Wandojo Siswanto, um dos principais arquitetos da parceria de REDD entre a Indonésia com a Noruega foi condenado a três anos de prisão por ter aceitado suborno.
Até o Esquema de Comércio de Emissões da União Européia (EU ETS), maior mercado de carbono do planeta, já sofreu com desvio de impostos e hackers. A Comissão Européia está trabalhando em novas formas de proteger o esquema e garantir que ele cumpra seu papel para reduzir as emissões.
“É fundamental melhorar as atuais ferramentas antes de criar novas. Aprender com os erros é a única forma de garantir que casos de fraude não venham a se repetir”, aconselha o relatório.
O “Global Corruption Report: Climate Change” reúne análises de mais de 50 especialistas em mudanças climáticas de vinte países e recomenda que o acesso à informação deva ser o princípio básico a ser obedecido. Dessa forma, a sociedade poderia fazer sua parte, servindo como um agente fiscalizador dos recursos.
Essa lógica deve ser utilizada também para as novas tecnologias, com as comunidades acompanhando a expansão dos biocombustíveis e de outras formas de energia alternativa.
Já existem problemas registrados na Bolívia, onde companhias de exploração do lítio, essencial para as baterias de veículos elétricos, não consultaram povos locais e prejudicaram o fornecimento de água e o turismo.
O relatório traz outros exemplos práticos de como as mudanças climáticas estão afetando a vida das pessoas e as decisões dos governos. O maior diálogo com a sociedade seria a única forma de garantir que as novas políticas sejam mesmo benéficas para todos e não apenas sirvam para o enriquecimento ilícito.
“A corrupção não respeita nada, nem mesmo o futuro do planeta. Adotar agora políticas equivocadas para as mudanças climáticas provocará não apenas fraudes, mas também prejudicará as futuras gerações”, concluiu Huguette Labelle, presidente da Transparência Internacional.
Instituto CarbonoBrasil/Transparência Internacional
De acordo com a organização, 20 das nações que mais precisam de ajuda climática estão entre as mais corruptas do planeta. Países como Bangladesh, Zimbábue, Egito e Vietnã não possuem condições de garantir a aplicação do dinheiro e apresentam um índice de corrupção menor que 3,6 numa escala de zero a dez, onde zero significa totalmente corrupto.
Segundo o relatório “Global Corruption Report: Climate Change”, o investimento total no combate às mudanças climáticas deve alcançar US$ 700 bilhões até 2020. Boa parte desse dinheiro será movimentada por novas vias de mercado que nunca foram testadas, ou seja, com grande probabilidade de serem alvos de criminosos.
Mesmo nos mecanismos de captação de recursos climáticos ou de preservação florestal já existentes são comuns casos de fraude e praticamente nenhum deles passou pelas reformas necessárias para melhorar a segurança após esses episódios.
O programa de Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação (REDD), por exemplo, deve movimentar US$ 28 bilhões por ano a partir de 2013 e é apontado como muito suscetível à corrupção. Isto porque envolve um grande número de autoridades em diferentes níveis e está sujeito a leis obscuras em muitos países. Em um caso recente, Wandojo Siswanto, um dos principais arquitetos da parceria de REDD entre a Indonésia com a Noruega foi condenado a três anos de prisão por ter aceitado suborno.
Até o Esquema de Comércio de Emissões da União Européia (EU ETS), maior mercado de carbono do planeta, já sofreu com desvio de impostos e hackers. A Comissão Européia está trabalhando em novas formas de proteger o esquema e garantir que ele cumpra seu papel para reduzir as emissões.
“É fundamental melhorar as atuais ferramentas antes de criar novas. Aprender com os erros é a única forma de garantir que casos de fraude não venham a se repetir”, aconselha o relatório.
O “Global Corruption Report: Climate Change” reúne análises de mais de 50 especialistas em mudanças climáticas de vinte países e recomenda que o acesso à informação deva ser o princípio básico a ser obedecido. Dessa forma, a sociedade poderia fazer sua parte, servindo como um agente fiscalizador dos recursos.
Essa lógica deve ser utilizada também para as novas tecnologias, com as comunidades acompanhando a expansão dos biocombustíveis e de outras formas de energia alternativa.
Já existem problemas registrados na Bolívia, onde companhias de exploração do lítio, essencial para as baterias de veículos elétricos, não consultaram povos locais e prejudicaram o fornecimento de água e o turismo.
O relatório traz outros exemplos práticos de como as mudanças climáticas estão afetando a vida das pessoas e as decisões dos governos. O maior diálogo com a sociedade seria a única forma de garantir que as novas políticas sejam mesmo benéficas para todos e não apenas sirvam para o enriquecimento ilícito.
“A corrupção não respeita nada, nem mesmo o futuro do planeta. Adotar agora políticas equivocadas para as mudanças climáticas provocará não apenas fraudes, mas também prejudicará as futuras gerações”, concluiu Huguette Labelle, presidente da Transparência Internacional.
Instituto CarbonoBrasil/Transparência Internacional
UE e EUA não acreditam em acordo climático em 2011
Faltando ainda mais de seis meses para a Conferência do Clima de Durban (COP17), na África do Sul, a impressão que se tem é que o encontro está fadado ao fracasso antes mesmo de começar.
Nesta quarta-feira (27), após o Major Economies Forum on Energy and Climate (MEF), reunião de dois dias da qual participaram representantes das 17 maiores economias no mundo, Todd Stern, enviado norte-americano para mudanças climáticas, e Connie Hedegaard, comissária de ação climática da União Européia, declaram que a criação de um acordo climático global com força de lei ainda em 2011 é praticamente impossível.
“Pelo que ouvi nos últimos dois dias, é altamente improvável que um acordo seja estabelecido em Durban. Apesar de todos concordarem que ele é importante para o futuro do planeta, não será possível resolver todas as divergências ainda este ano”, explicou Hedegaard.
Para Todd Stern, o problema está em quem deveria ser obrigado a adotar metas de emissões. “Nossa visão é de que todos os grandes países devem ser incluídos no acordo. Assim, China, Índia, Brasil e África do Sul não podem ficar de fora. O modelo do Protocolo de Quioto não é mais viável”, afirmou Stern.
Segundo Quioto, apenas os países ricos possuem metas obrigatórias e devem comprar créditos para não ultrapassá-las. Essa é uma das razões pelas quais os Estados Unidos nunca assinaram o Protocolo.
Durante o MEF, foram discutidos temas como redução das emissões, incentivos para energias renováveis e ações de mitigação às mudanças climáticas.
Também foram debatidos os acontecimentos das últimas rodadas de negociações climáticas, como a criação do Fundo Verde do Clima, que promete US$ 100 bilhões por ano para os países mais vulneráveis.
O último fato importante relacionado ao Fundo foi o anúncio, no dia 18 de abril, dos 40 membros do comitê que terá a obrigação de detalhar o funcionamento da ferramenta. Entre eles está o brasileiro Sergio Barbosa Serra, embaixador especial para mudanças climáticas.
Durban
Se não for criar o acordo climático global, que utilidade terá a COP 17?
O futuro do Protocolo de Quito deverá assumir o papel de grande debate da Conferência. Muitas nações estão preocupadas com o fim do tratado em 2012, pois isso acabaria com qualquer meta obrigatória sobre os países industrializados. Além disso, todo o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e os mercados de carbono dependem de Quioto e precisam saber o quanto antes o que acontecerá nos próximos anos até para garantir a presença de investidores.
Para Hedegaard, a reunião poderia ainda se focar nas emissões dos setores de transportes, colocando pressão na Organização Marítima Internacional e em outras entidades para que adotem metas.
“Desde 1997 a OMI foge dessa obrigação. Está na hora dos países demonstrarem que estão ficando sem paciência”, disse a comissária.
Outros assuntos também deverão ganhar importância, como ações para frear o desmatamento e a criação de esquemas de transferência de tecnologia e recursos.
Mesmo com a posição da União Européia e dos Estados Unidos, dificilmente as nações mais vulneráveis, como as insulares, deixarão de cobrar a discussão do acordo global.
Esse impasse, se não for trabalhado até novembro, promete paralisar a COP17 já no primeiro dia de negociações.
Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais
Nesta quarta-feira (27), após o Major Economies Forum on Energy and Climate (MEF), reunião de dois dias da qual participaram representantes das 17 maiores economias no mundo, Todd Stern, enviado norte-americano para mudanças climáticas, e Connie Hedegaard, comissária de ação climática da União Européia, declaram que a criação de um acordo climático global com força de lei ainda em 2011 é praticamente impossível.
“Pelo que ouvi nos últimos dois dias, é altamente improvável que um acordo seja estabelecido em Durban. Apesar de todos concordarem que ele é importante para o futuro do planeta, não será possível resolver todas as divergências ainda este ano”, explicou Hedegaard.
Para Todd Stern, o problema está em quem deveria ser obrigado a adotar metas de emissões. “Nossa visão é de que todos os grandes países devem ser incluídos no acordo. Assim, China, Índia, Brasil e África do Sul não podem ficar de fora. O modelo do Protocolo de Quioto não é mais viável”, afirmou Stern.
Segundo Quioto, apenas os países ricos possuem metas obrigatórias e devem comprar créditos para não ultrapassá-las. Essa é uma das razões pelas quais os Estados Unidos nunca assinaram o Protocolo.
Durante o MEF, foram discutidos temas como redução das emissões, incentivos para energias renováveis e ações de mitigação às mudanças climáticas.
Também foram debatidos os acontecimentos das últimas rodadas de negociações climáticas, como a criação do Fundo Verde do Clima, que promete US$ 100 bilhões por ano para os países mais vulneráveis.
O último fato importante relacionado ao Fundo foi o anúncio, no dia 18 de abril, dos 40 membros do comitê que terá a obrigação de detalhar o funcionamento da ferramenta. Entre eles está o brasileiro Sergio Barbosa Serra, embaixador especial para mudanças climáticas.
Durban
Se não for criar o acordo climático global, que utilidade terá a COP 17?
O futuro do Protocolo de Quito deverá assumir o papel de grande debate da Conferência. Muitas nações estão preocupadas com o fim do tratado em 2012, pois isso acabaria com qualquer meta obrigatória sobre os países industrializados. Além disso, todo o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e os mercados de carbono dependem de Quioto e precisam saber o quanto antes o que acontecerá nos próximos anos até para garantir a presença de investidores.
Para Hedegaard, a reunião poderia ainda se focar nas emissões dos setores de transportes, colocando pressão na Organização Marítima Internacional e em outras entidades para que adotem metas.
“Desde 1997 a OMI foge dessa obrigação. Está na hora dos países demonstrarem que estão ficando sem paciência”, disse a comissária.
Outros assuntos também deverão ganhar importância, como ações para frear o desmatamento e a criação de esquemas de transferência de tecnologia e recursos.
Mesmo com a posição da União Européia e dos Estados Unidos, dificilmente as nações mais vulneráveis, como as insulares, deixarão de cobrar a discussão do acordo global.
Esse impasse, se não for trabalhado até novembro, promete paralisar a COP17 já no primeiro dia de negociações.
Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais
Emissões chinesas devem atingir seu máximo até 2030
Uma das previsões para a aceleração do aquecimento global diz respeito ao crescimento desenfreado dos países em desenvolvimento e ao maior acesso da sua população a veículos e eletrodomésticos, que aumentariam as emissões mundiais de gases do efeito estufa. Baseadas nessa premissa, muitas pesquisas traçam um cenário desolador para o fim deste século.
Agora, o estudo "China’s Energy and Carbon Emissions Outlook to 2050" do Lawrence Berkeley National Laboratory, na Califórnia, garante que o consumo de energia e as emissões da China devem atingir seu pico já nos próximos 20 anos, para depois se estabilizar e até diminuir.
“Consideramos essa uma grande notícia. Existia a percepção de que a prosperidade chinesa significaria um crescimento constante e permanente do consumo de energia, o que nosso estudo demonstra que não é o caso”, afirmou Mark Levine, diretor do China Energy Group do laboratório de Berkeley.
A questão de quando a China vai atingir esse pico depende das políticas públicas para incentivar as energias renováveis, uma vez que grande parte das emissões do país se deve à queima de carvão. Os chineses já ocupam o primeiro lugar do ranking das nações que mais recebem investimentos para fontes limpas, fato que justifica a previsão de que as emissões devem começar a cair depois de uma determinada data entre 2030 e 2035.
Os pesquisadores afirmam que além de atingir seu pico antes que o esperado, a China deve atingi-lo em um nível muito abaixo do que era previsto. Sendo então necessário repensar os dados sobre as mudanças climáticas para o decorrer do século.
“Os cenários climáticos costumam ignorar questões como melhorias de eficiência energética e práticas mais sustentáveis de construção. Isto é uma séria omissão que deveria ser revista por analistas e autoridades internacionais”, esclarece o estudo.
Crescimento controlado
Entre as razões para a estabilização do consumo de energia, o estudo aponta o equilíbrio da urbanização nas próximas duas décadas. O censo chinês divulgado nesta quinta-feira (28) reforça essa noção, pois já demonstra uma queda no crescimento populacional nos últimos dez anos.
“Quando praticamente todas as residências possuírem geladeira, máquina de lavar e ar condicionado, vai acontecer a estabilização do consumo de eletricidade, que passará a aumentar de uma forma bem mais lenta”, explicou Levine.
O estudo previu que levando em conta as tendências atuais do governo chinês, o pico de emissões deve se dar na faixa das 12 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.
Os pesquisadores trabalharam com dois cenários, um que prevê que cada vez mais a China irá melhorar suas metas e outro que trabalha com os objetivos atuais. Em ambos os casos, o pico do consumo de energia se dá bem antes de 2050.
Entre as possibilidades assumidas pelo cenário mais “otimista”, estão:
- Uma dramática redução da porcentagem do uso do carvão na geração de energia, passando de 74% em 2005 para 30% até 2050.
- A expansão da energia nuclear de 8 gigawatts em 2005 para 86 gigawatts em 2020.
- Uma frota maior de carros elétricos, chegando a 356 milhões de veículos em 2050.
O estudo afirma que a China pode adotar um modelo mais sustentável de crescimento assim que garantir boas condições de vida para a maior parte de seus 1,34 bilhões de habitantes. A “descarbonização” da economia chinesa seria, portanto, o passo seguinte após o desenvolvimento social do país. Resta saber se o governo de Pequim pensa da mesma forma e se o gigante vai realmente deixar de ser responsável por 25% das emissões do planeta.
Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais
Agora, o estudo "China’s Energy and Carbon Emissions Outlook to 2050" do Lawrence Berkeley National Laboratory, na Califórnia, garante que o consumo de energia e as emissões da China devem atingir seu pico já nos próximos 20 anos, para depois se estabilizar e até diminuir.
“Consideramos essa uma grande notícia. Existia a percepção de que a prosperidade chinesa significaria um crescimento constante e permanente do consumo de energia, o que nosso estudo demonstra que não é o caso”, afirmou Mark Levine, diretor do China Energy Group do laboratório de Berkeley.
A questão de quando a China vai atingir esse pico depende das políticas públicas para incentivar as energias renováveis, uma vez que grande parte das emissões do país se deve à queima de carvão. Os chineses já ocupam o primeiro lugar do ranking das nações que mais recebem investimentos para fontes limpas, fato que justifica a previsão de que as emissões devem começar a cair depois de uma determinada data entre 2030 e 2035.
Os pesquisadores afirmam que além de atingir seu pico antes que o esperado, a China deve atingi-lo em um nível muito abaixo do que era previsto. Sendo então necessário repensar os dados sobre as mudanças climáticas para o decorrer do século.
“Os cenários climáticos costumam ignorar questões como melhorias de eficiência energética e práticas mais sustentáveis de construção. Isto é uma séria omissão que deveria ser revista por analistas e autoridades internacionais”, esclarece o estudo.
Crescimento controlado
Entre as razões para a estabilização do consumo de energia, o estudo aponta o equilíbrio da urbanização nas próximas duas décadas. O censo chinês divulgado nesta quinta-feira (28) reforça essa noção, pois já demonstra uma queda no crescimento populacional nos últimos dez anos.
“Quando praticamente todas as residências possuírem geladeira, máquina de lavar e ar condicionado, vai acontecer a estabilização do consumo de eletricidade, que passará a aumentar de uma forma bem mais lenta”, explicou Levine.
O estudo previu que levando em conta as tendências atuais do governo chinês, o pico de emissões deve se dar na faixa das 12 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.
Os pesquisadores trabalharam com dois cenários, um que prevê que cada vez mais a China irá melhorar suas metas e outro que trabalha com os objetivos atuais. Em ambos os casos, o pico do consumo de energia se dá bem antes de 2050.
Entre as possibilidades assumidas pelo cenário mais “otimista”, estão:
- Uma dramática redução da porcentagem do uso do carvão na geração de energia, passando de 74% em 2005 para 30% até 2050.
- A expansão da energia nuclear de 8 gigawatts em 2005 para 86 gigawatts em 2020.
- Uma frota maior de carros elétricos, chegando a 356 milhões de veículos em 2050.
O estudo afirma que a China pode adotar um modelo mais sustentável de crescimento assim que garantir boas condições de vida para a maior parte de seus 1,34 bilhões de habitantes. A “descarbonização” da economia chinesa seria, portanto, o passo seguinte após o desenvolvimento social do país. Resta saber se o governo de Pequim pensa da mesma forma e se o gigante vai realmente deixar de ser responsável por 25% das emissões do planeta.
Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais
Ômegas ajudam a manter a saúde do organismo em dia
Existem vários óleos no mercado, além do nosso azeite de todo dia. Então, por que não variar de vez em quando. Fazendo isso, nós vamos colher os benefícios dos vários ômegas presentes na natureza para termos um organismo saudável e equilibrado. A maioria deles possui grandes semelhanças quanto às suas propriedades benéficas, já que estamos tratando de ácidos graxos essenciais, ou seja, gorduras boas que temos que ingerir por meio da alimentação, pois nosso organismo não produz.
Estudos mostram que os ômegas podem diminuir a pressão arterial, reduzir os níveis de colesterol, triglicérides e LDL (colesterol ruim) e aumentar o HDL (colesterol bom), protegem o coração e funcionam como antioxidantes, prevenindo incidência de câncer e envelhecimento precoce. Além disso, são altamente emolientes, o que facilita o trânsito intestinal, sendo indicado para prisão de ventre ou intestino preguiçoso.
Ômega-3
O queridinho dos ômegas é realmente uma estrela. Bom para inúmeros processos no organismo, muitos ainda nem relatados no meio científico, é considerado um santo remédio natural. Ele dificulta o desenvolvimento de processos inflamatórios, diabetes, resistência à insulina, obesidade, hipo ou hipertireoidismo, combate a osteoporose, melhora o funcionamento das atividades do cérebro, como memória, raciocínio em adultos e crianças, além de evitar doenças autoimunes, como lúpus, rosácea etc. O ômega-3 é encontrado em grande quantidade no óleo de linhaça e em menor no óleo de canola e óleo de soja.
Ômega-6
Facilmente encontrado na nossa alimentação (carnes, ovos, leite), principalmente no óleo de girassol, o ômega-6 pode ser perigoso pelo excesso e não pela falta. Ele auxilia na cicatrização, evita queda de imunidade, atenua queda de cabelo e pode aumentar a queima de gordura corporal. Mas ele só tem esses benefícios quando consumido em quantidade adequada e não em excesso como acontece nos dias de hoje. A alimentação ocidental nos leva a ter altos consumos de ômega-6, o que leva a um desequilíbrio metabólico, podendo aumentar ainda mais os processos inflamatórios (diabetes, obesidade etc). Para que isso não ocorra, devemos ingerir doses maiores de ômega-3 no dia-a-dia, equilibrando os efeitos desses dois nutrientes.
Ômega-7
Pode ser encontrado na secreção sebácea natural da pele, principalmente nos bebês, crianças e adolescentes e, por isso, é ótimo para a pele e para a limpeza de pele. Encontramos o ômega-7 no óleo de macadâmia. À medida que ocorre o envelhecimento, a quantidade desse ácido graxo na pele diminui e, por isso, é interessante substituir o seu gel de limpeza de pele, pelo óleo de macadâmia. Você vai ter uma pele (principalmente a do rosto) mais viçosa.
Ômega-9
Participa do nosso metabolismo, desempenhando papel fundamental na síntese dos hormônios e na regulação da produção de cortisol, um dos hormônios responsáveis pela armazenagem de gordura na região abdominal, ou seja, o ômega-9 tem o grande poder de afinar a cintura! Não é uma maravilha? Encontramos esse tipo de ômega no azeite de oliva extra virgem e no óleo de coco.
Na prática a minha dica é fazer um mix de óleos funcionais e no lugar do azeite puro de todo dia, usar esse mix na refeição. Veja as receitas, o seu corpo agradece!
Mix de óleos para a pele
Ingredientes
100 ml óleo de castanha do Pará
100 ml óleo de amêndoa 100 ml de óleo de macadâmia
Preparo
Misture os três óleos no galheteiro de vidro escuro e aromatize com folhas frescas de tomilho. Procure não aquecer esse mix. Você pode usar tanto na salada quanto na pele.
Mix de óleos contra gordura
Ingredientes
200 ml óleo de coco
100 ml óleo de noz pecã
200 ml de azeite de oliva extra virgem
Preparo
Misture os três óleos no galheteiro e aromatize com folhas frescas de manjericão e de alecrim. Procure não aquecer esse mix.
Mix de óleos para a saúde
Ingredientes
100 ml óleo de azeite de oliva extra virgem
200 ml óleo de linhaça prensado a frio
200 ml de óleo de gergelim
Preparo
Misture os três óleos no galheteiro e aromatize com folhas frescas de tomilho e dentes de alho. Procure não aquecer esse mix.
Mix de óleos para a saúde
Ingredientes
100 ml óleo de azeite de oliva extra virgem
200 ml óleo de linhaça prensado a frio
200 ml de óleo de gergelim
Preparo
Misture os três óleos no galheteiro e aromatize com folhas frescas de tomilho e dentes de alho. Procure não aquecer esse mix.
http://www.minhavida.com.br
Estudos mostram que os ômegas podem diminuir a pressão arterial, reduzir os níveis de colesterol, triglicérides e LDL (colesterol ruim) e aumentar o HDL (colesterol bom), protegem o coração e funcionam como antioxidantes, prevenindo incidência de câncer e envelhecimento precoce. Além disso, são altamente emolientes, o que facilita o trânsito intestinal, sendo indicado para prisão de ventre ou intestino preguiçoso.
Ômega-3
O queridinho dos ômegas é realmente uma estrela. Bom para inúmeros processos no organismo, muitos ainda nem relatados no meio científico, é considerado um santo remédio natural. Ele dificulta o desenvolvimento de processos inflamatórios, diabetes, resistência à insulina, obesidade, hipo ou hipertireoidismo, combate a osteoporose, melhora o funcionamento das atividades do cérebro, como memória, raciocínio em adultos e crianças, além de evitar doenças autoimunes, como lúpus, rosácea etc. O ômega-3 é encontrado em grande quantidade no óleo de linhaça e em menor no óleo de canola e óleo de soja.
Ômega-6
Facilmente encontrado na nossa alimentação (carnes, ovos, leite), principalmente no óleo de girassol, o ômega-6 pode ser perigoso pelo excesso e não pela falta. Ele auxilia na cicatrização, evita queda de imunidade, atenua queda de cabelo e pode aumentar a queima de gordura corporal. Mas ele só tem esses benefícios quando consumido em quantidade adequada e não em excesso como acontece nos dias de hoje. A alimentação ocidental nos leva a ter altos consumos de ômega-6, o que leva a um desequilíbrio metabólico, podendo aumentar ainda mais os processos inflamatórios (diabetes, obesidade etc). Para que isso não ocorra, devemos ingerir doses maiores de ômega-3 no dia-a-dia, equilibrando os efeitos desses dois nutrientes.
Ômega-7
Pode ser encontrado na secreção sebácea natural da pele, principalmente nos bebês, crianças e adolescentes e, por isso, é ótimo para a pele e para a limpeza de pele. Encontramos o ômega-7 no óleo de macadâmia. À medida que ocorre o envelhecimento, a quantidade desse ácido graxo na pele diminui e, por isso, é interessante substituir o seu gel de limpeza de pele, pelo óleo de macadâmia. Você vai ter uma pele (principalmente a do rosto) mais viçosa.
Ômega-9
Participa do nosso metabolismo, desempenhando papel fundamental na síntese dos hormônios e na regulação da produção de cortisol, um dos hormônios responsáveis pela armazenagem de gordura na região abdominal, ou seja, o ômega-9 tem o grande poder de afinar a cintura! Não é uma maravilha? Encontramos esse tipo de ômega no azeite de oliva extra virgem e no óleo de coco.
Na prática a minha dica é fazer um mix de óleos funcionais e no lugar do azeite puro de todo dia, usar esse mix na refeição. Veja as receitas, o seu corpo agradece!
Mix de óleos para a pele
Ingredientes
100 ml óleo de castanha do Pará
100 ml óleo de amêndoa 100 ml de óleo de macadâmia
Preparo
Misture os três óleos no galheteiro de vidro escuro e aromatize com folhas frescas de tomilho. Procure não aquecer esse mix. Você pode usar tanto na salada quanto na pele.
Mix de óleos contra gordura
Ingredientes
200 ml óleo de coco
100 ml óleo de noz pecã
200 ml de azeite de oliva extra virgem
Preparo
Misture os três óleos no galheteiro e aromatize com folhas frescas de manjericão e de alecrim. Procure não aquecer esse mix.
Mix de óleos para a saúde
Ingredientes
100 ml óleo de azeite de oliva extra virgem
200 ml óleo de linhaça prensado a frio
200 ml de óleo de gergelim
Preparo
Misture os três óleos no galheteiro e aromatize com folhas frescas de tomilho e dentes de alho. Procure não aquecer esse mix.
Mix de óleos para a saúde
Ingredientes
100 ml óleo de azeite de oliva extra virgem
200 ml óleo de linhaça prensado a frio
200 ml de óleo de gergelim
Preparo
Misture os três óleos no galheteiro e aromatize com folhas frescas de tomilho e dentes de alho. Procure não aquecer esse mix.
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Consuma mais zinco e deixe sua saúde protegida
Ter uma alimentação rica em minerais é essencial para manter a saúde em dia. Mas, entre tantos nutrientes, um deles assume papel de destaque: o zinco. "Esse mineral é essencial para que nosso corpo continue funcionando de maneira eficiente. Ele nos protege de um número grande de doenças e ajuda a combater outras que já se instalaram em nosso organismo", diz a nutricionista Natalia Lauterbach, da rede Mundo Verde, em São Paulo.
A falta de zinco na alimentação é um problema sério, que segundo a Organização Mundial da Saúde, está ligada a muitos casos de mortes, já que esse mineral tem função importante em nosso sistema imunológico. O problema é mais comum em países menos desenvolvidos, mas a carência de zinco atinge também países mais ricos. De acordo com a OMS, a população brasileira tem um consumo moderado de zinco, mas não o ideal, ficando abaixo de países como Uruguai, Chile e Venezuela. "O consumo mínimo indicado de zinco é de sete miligramas por dia para as mulheres e nove para os homens, mas pode variar conforme a idade. Para os idosos, por exemplo, o número sobe para oito entre as mulheres e 11 para os homens. No Brasil, temos um número um pouco inferior a esse", diz a nutricionista.
Papel no organismo
O principal papel do zinco no organismo acontece no sistema imunológico. "O zinco é importante tanto para a síntese de células imunológicas como em sua ação de defesa contra vírus, bactérias e fungos", diz Natália Lauterbach.
De acordo com a OMS, pessoas que não consomem quantidades suficientes de zinco têm maiores chances de sofrer com ação de agentes infecciosos, e por isso, passam mais tempo doentes se comparadas com aquelas que têm uma ingestão de zinco adequada.
O zinco também protege o organismo por ter ação antioxidante, diminuindo a quantidade de radicais livres em nosso corpo. Esse tipo de molécula, afeta negativamente as funções das células, aumentando as chances de desenvolver tipos diferentes de câncer.
Além disso, aproximadamente 100 enzimas diferentes precisam do zinco para conseguir catalisar reações químicas que mantém as funções celulares eficientes. Por isso, o zinco, além de ter papel importante em nossa imunização, ainda ajuda praticamente todo o corpo a funcionar melhor.
Nutrição infantil
O zinco é ainda mais importante para as crianças. A ingestão adequada desse mineral é essencial para que os pequenos cresçam de forma saudável. De acordo com a OMS, algumas das maiores causas de morte infantil são diarreia- que ainda causa 18% das mortes entre crianças no mundo- e pneumonia, dois problemas que tem relação direta com a falta de zinco.
"O sistema imunológico das crianças é mais frágil que o dos adultos, por isso uma alimentação rica em zinco é essencial", diz a nutricionista. Para se ter uma ideia da importância do zinco na alimentação de uma criança, uma das ações mais realizadas pela Organização Mundial da Saúde para diminuir os casos de mortalidade infantil em países pobres é incluir suplementos de zinco na dieta. Desde que essa medida foi adotada no final da década de 1980, os casos de morte por diarreia no mundo em crianças com menos de cinco anos caíram de 4,5 milhões para 1,8 milhões em 2006.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Unicef em 2009, suplementos de zinco para gestantes pode prevenir várias complicações durante o parto e ainda ajudar o bebê a ganhar peso após o nascimento, reduzindo o risco de infecção. Por isso, é indicado que as grávidas consumam, diariamente 12 mg de zinco.
Sintomas da falta de zinco
Como o zinco atua em diversas funções de nosso corpo, a falta dele tem consequências, como fragilidade do sistema imunológico, ferimentos que não cicatrizam, dificuldade de sentir gosto salgado de alimentos, problemas na pele (psoríase), aumento dos níveis de glicose no sangue, pele seca e amarelada e mau funcionamento do fígado.
"Entre todos esses problemas, o que mais preocupa é o efeito que a falta de zinco provoca sobre o sistema imunológico. Isso faz com que o organismo fique muito mais exposto a todas as doenças infecciosas", explica a nutricionista.
Fontes de zinco
Uma alimentação balanceada fornece as quantidades diárias de zinco para que nosso corpo fique protegido. Os alimentos
campeões desse nutriente são as ostras, mas outras fontes mais comuns podem fazer parte de nosso cardápio diário.
"Uma dieta com oleaginosas, como nozes e castanhas, todos os tipos de carne, arroz e pão integrais já faz o nosso sistema imunológico funcionar melhor", diz a nutricionista. Além desses alimentos, a semente de abóbora, aveia, feijão e leite integral também são boas fontes desse mineral.
Mas, em alguns casos, apenas a alimentação não consegue fornecer ao corpo a quantidade que falta de zinco. "Alimentos são sempre a melhor opção, mas em alguns casos, com o aconselhamento de um médico, é necessário investir nos suplementos para atingir as doses diárias desse mineral", diz Natalia Lauterbach.
Além disso, de acordo com a nutricionista, pessoas que sofrem com acrodermatite enteropática (falta de absorção de zinco pelo intestino), diabetes, transtornos alimentares, doenças intestinais e doenças renais podem precisar de suplementos de zinco para compensar a falta de absorção causada por esses problemas.
Combinações poderosas
De acordo com o U.S. Department of Agriculture, várias porções de alimentos devem ser combinadas para que a cota diária do mineral seja atendida. Para ilustrar esta recomendação, podemos dizer que uma porção de carne bovina (4 mg de zinco), duas de arroz integral (2 mg), e duas de leite (2 mg) por dia fornecem no total 8 mg de zinco, o que representa o consumo indicado para adolescentes e adultos.
Consumir durante o dia uma porção de pão integral (1,6 mg), farelo de aveia (2,9 mg) duas porções de arroz integral(2,0 mg), feijão (1,15mg) uma de carne de frango (1,5mg) já é o suficiente para um adulto atingir as quantidades recomendadas desse mineral.
Excesso também faz mal
Mesmo que esse mineral seja essencial para o nosso organismo, consumi-lo em excesso (mais de 50 miligramas por dia durante semanas), pode fazer mal à saúde. Isso acontece por causa da relação do mineral com as moléculas de cobre no organismo. "Quando os níveis de zinco estão muito altos em nossa corrente sanguínea, a quantidade de cobre diminui, deixando a pessoa com deficiência desse outro mineral", explica a nutricionista.
Os principais sintomas de excesso de zinco e falta de cobre no organismo são diarreia, sonolência, letargia, enjoo e vômitos frequentes. ?Por isso, antes de tomar suplementos, é preciso saber se eles são realmente necessários e qual a dose indicada?, diz a especialista.
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A falta de zinco na alimentação é um problema sério, que segundo a Organização Mundial da Saúde, está ligada a muitos casos de mortes, já que esse mineral tem função importante em nosso sistema imunológico. O problema é mais comum em países menos desenvolvidos, mas a carência de zinco atinge também países mais ricos. De acordo com a OMS, a população brasileira tem um consumo moderado de zinco, mas não o ideal, ficando abaixo de países como Uruguai, Chile e Venezuela. "O consumo mínimo indicado de zinco é de sete miligramas por dia para as mulheres e nove para os homens, mas pode variar conforme a idade. Para os idosos, por exemplo, o número sobe para oito entre as mulheres e 11 para os homens. No Brasil, temos um número um pouco inferior a esse", diz a nutricionista.
Papel no organismo
O principal papel do zinco no organismo acontece no sistema imunológico. "O zinco é importante tanto para a síntese de células imunológicas como em sua ação de defesa contra vírus, bactérias e fungos", diz Natália Lauterbach.
De acordo com a OMS, pessoas que não consomem quantidades suficientes de zinco têm maiores chances de sofrer com ação de agentes infecciosos, e por isso, passam mais tempo doentes se comparadas com aquelas que têm uma ingestão de zinco adequada.
O zinco também protege o organismo por ter ação antioxidante, diminuindo a quantidade de radicais livres em nosso corpo. Esse tipo de molécula, afeta negativamente as funções das células, aumentando as chances de desenvolver tipos diferentes de câncer.
Além disso, aproximadamente 100 enzimas diferentes precisam do zinco para conseguir catalisar reações químicas que mantém as funções celulares eficientes. Por isso, o zinco, além de ter papel importante em nossa imunização, ainda ajuda praticamente todo o corpo a funcionar melhor.
Nutrição infantil
O zinco é ainda mais importante para as crianças. A ingestão adequada desse mineral é essencial para que os pequenos cresçam de forma saudável. De acordo com a OMS, algumas das maiores causas de morte infantil são diarreia- que ainda causa 18% das mortes entre crianças no mundo- e pneumonia, dois problemas que tem relação direta com a falta de zinco.
"O sistema imunológico das crianças é mais frágil que o dos adultos, por isso uma alimentação rica em zinco é essencial", diz a nutricionista. Para se ter uma ideia da importância do zinco na alimentação de uma criança, uma das ações mais realizadas pela Organização Mundial da Saúde para diminuir os casos de mortalidade infantil em países pobres é incluir suplementos de zinco na dieta. Desde que essa medida foi adotada no final da década de 1980, os casos de morte por diarreia no mundo em crianças com menos de cinco anos caíram de 4,5 milhões para 1,8 milhões em 2006.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Unicef em 2009, suplementos de zinco para gestantes pode prevenir várias complicações durante o parto e ainda ajudar o bebê a ganhar peso após o nascimento, reduzindo o risco de infecção. Por isso, é indicado que as grávidas consumam, diariamente 12 mg de zinco.
Sintomas da falta de zinco
Como o zinco atua em diversas funções de nosso corpo, a falta dele tem consequências, como fragilidade do sistema imunológico, ferimentos que não cicatrizam, dificuldade de sentir gosto salgado de alimentos, problemas na pele (psoríase), aumento dos níveis de glicose no sangue, pele seca e amarelada e mau funcionamento do fígado.
"Entre todos esses problemas, o que mais preocupa é o efeito que a falta de zinco provoca sobre o sistema imunológico. Isso faz com que o organismo fique muito mais exposto a todas as doenças infecciosas", explica a nutricionista.
Fontes de zinco
Uma alimentação balanceada fornece as quantidades diárias de zinco para que nosso corpo fique protegido. Os alimentos
campeões desse nutriente são as ostras, mas outras fontes mais comuns podem fazer parte de nosso cardápio diário.
"Uma dieta com oleaginosas, como nozes e castanhas, todos os tipos de carne, arroz e pão integrais já faz o nosso sistema imunológico funcionar melhor", diz a nutricionista. Além desses alimentos, a semente de abóbora, aveia, feijão e leite integral também são boas fontes desse mineral.
Mas, em alguns casos, apenas a alimentação não consegue fornecer ao corpo a quantidade que falta de zinco. "Alimentos são sempre a melhor opção, mas em alguns casos, com o aconselhamento de um médico, é necessário investir nos suplementos para atingir as doses diárias desse mineral", diz Natalia Lauterbach.
Além disso, de acordo com a nutricionista, pessoas que sofrem com acrodermatite enteropática (falta de absorção de zinco pelo intestino), diabetes, transtornos alimentares, doenças intestinais e doenças renais podem precisar de suplementos de zinco para compensar a falta de absorção causada por esses problemas.
Combinações poderosas
De acordo com o U.S. Department of Agriculture, várias porções de alimentos devem ser combinadas para que a cota diária do mineral seja atendida. Para ilustrar esta recomendação, podemos dizer que uma porção de carne bovina (4 mg de zinco), duas de arroz integral (2 mg), e duas de leite (2 mg) por dia fornecem no total 8 mg de zinco, o que representa o consumo indicado para adolescentes e adultos.
Consumir durante o dia uma porção de pão integral (1,6 mg), farelo de aveia (2,9 mg) duas porções de arroz integral(2,0 mg), feijão (1,15mg) uma de carne de frango (1,5mg) já é o suficiente para um adulto atingir as quantidades recomendadas desse mineral.
Excesso também faz mal
Mesmo que esse mineral seja essencial para o nosso organismo, consumi-lo em excesso (mais de 50 miligramas por dia durante semanas), pode fazer mal à saúde. Isso acontece por causa da relação do mineral com as moléculas de cobre no organismo. "Quando os níveis de zinco estão muito altos em nossa corrente sanguínea, a quantidade de cobre diminui, deixando a pessoa com deficiência desse outro mineral", explica a nutricionista.
Os principais sintomas de excesso de zinco e falta de cobre no organismo são diarreia, sonolência, letargia, enjoo e vômitos frequentes. ?Por isso, antes de tomar suplementos, é preciso saber se eles são realmente necessários e qual a dose indicada?, diz a especialista.
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Campanha contra gripe reduziu em 60% internações por pneumonia
Gripe e pneumonia
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, revelou que a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que existe há 13 anos, foi responsável pela redução em 60% dos casos de pneumonia no país.
Padilha afirmou que a inclusão de grupos específicos - como indígenas, grávidas e crianças de seis meses a dois anos - tem o objetivo de atingir a sociedade como um todo.
"Já implantamos a campanha de vacinação [contra a gripe] no Brasil há 13 anos e, nesse período, ela contribuiu para reduzir em 60% as internações por pneumonia, pois a gripe ajuda a complicar outras doenças", disse o ministro durante o programa Revista Brasil, da Rádio Nacional. "A estratégia é proteger quem mais precisa de cuidados."
Vacina nacional
Padilha ressaltou que 90% da vacina utilizada na campanha são de fabricação nacional, garantindo o abastecimento aos 65 mil postos de saúde em todo o país e assegurando a independência em relação à ajuda externa.
"Noventa por cento das doses aplicadas no Brasil são produzidas por laboratórios públicos nacionais, numa pareceria do Ministério da Saúde com o Instituto Butantan", afirmou o ministro. "Isso garante que a gente possa ter acesso a toda a população brasileira. Não precisamos ficar dependendo de outros países."
O ministro lembrou que a vacina usada no Brasil é totalmente segura.
"Ela é extremamente segura, tanto é que a própria presidenta da República [Dilma Rousseff] tomou a vacina na segunda-feira [25]", afirmou, acrescentando que há restrições para não tomar a vacina em casos bem definidos, como quem está fazendo algum tipo de tratamento, entre eles o de combate ao HIV.
Ele recomendou que as pessoas procurem seu médico para obter orientações.
Doses
Os postos de saúde ficarão abertos até as 17h para a vacinação contra a gripe, que é feita em uma única dose para todos os grupos, com exceção das crianças - os menores de dois anos vão receber duas doses, aplicadas em um intervalo de 30 dias.
A meta do Ministério da Saúde é imunizar pelo menos 23,8 milhões de pessoas até 13 de maio - quando acaba a campanha.
http://www.diariodasaude.com.br
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, revelou que a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que existe há 13 anos, foi responsável pela redução em 60% dos casos de pneumonia no país.
Padilha afirmou que a inclusão de grupos específicos - como indígenas, grávidas e crianças de seis meses a dois anos - tem o objetivo de atingir a sociedade como um todo.
"Já implantamos a campanha de vacinação [contra a gripe] no Brasil há 13 anos e, nesse período, ela contribuiu para reduzir em 60% as internações por pneumonia, pois a gripe ajuda a complicar outras doenças", disse o ministro durante o programa Revista Brasil, da Rádio Nacional. "A estratégia é proteger quem mais precisa de cuidados."
Vacina nacional
Padilha ressaltou que 90% da vacina utilizada na campanha são de fabricação nacional, garantindo o abastecimento aos 65 mil postos de saúde em todo o país e assegurando a independência em relação à ajuda externa.
"Noventa por cento das doses aplicadas no Brasil são produzidas por laboratórios públicos nacionais, numa pareceria do Ministério da Saúde com o Instituto Butantan", afirmou o ministro. "Isso garante que a gente possa ter acesso a toda a população brasileira. Não precisamos ficar dependendo de outros países."
O ministro lembrou que a vacina usada no Brasil é totalmente segura.
"Ela é extremamente segura, tanto é que a própria presidenta da República [Dilma Rousseff] tomou a vacina na segunda-feira [25]", afirmou, acrescentando que há restrições para não tomar a vacina em casos bem definidos, como quem está fazendo algum tipo de tratamento, entre eles o de combate ao HIV.
Ele recomendou que as pessoas procurem seu médico para obter orientações.
Doses
Os postos de saúde ficarão abertos até as 17h para a vacinação contra a gripe, que é feita em uma única dose para todos os grupos, com exceção das crianças - os menores de dois anos vão receber duas doses, aplicadas em um intervalo de 30 dias.
A meta do Ministério da Saúde é imunizar pelo menos 23,8 milhões de pessoas até 13 de maio - quando acaba a campanha.
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Anemia está associada à falta de vitamina D
Uma nova pesquisa destaca a relação entre carência de vitamina D e anemia em crianças.
O excesso de cuidado na exposição das crianças ao Sol, provavelmente motivadas pelos alertas contra o câncer de pele, tem levado a níveis insuficientes de vitamina D entre crianças e jovens.
O novo trabalho foi apresentado no domingo (1º/5), por cientistas do Centro Infantil Johns Hopkins e de outras instituições durante a reunião anual das Sociedades Acadêmicas Pediátricas dos Estados Unidos, em Denver.
Vitamina D e anemia
A anemia é diagnosticada e acompanhada pela medição nos níveis de hemoglobina no paciente. Para investigar a relação entre hemoglobina e vitamina D, os pesquisadores analisaram dados de amostras de sangue de mais de 9,4 mil crianças de 2 a 18 anos.
Segundo o estudo de Meredith Atkinson e colegas, quanto menores os níveis de vitamina D, mais baixos os de hemoglobina e mais elevado é o risco de anemia.
Crianças com níveis de vitamina inferiores a 20 nanogramas por mililitro (ng/ml) de sangue apresentaram risco 50% maior de contrair anemia do que as com níveis mais elevados.
Para cada 1 ng/ml a mais da vitamina, o risco de anemia caiu 3%. O estudo indicou que apenas 1% das crianças brancas avaliadas tinha anemia, contra 9% das negras.
Essas últimas apresentaram, em média, níveis inferiores (18 ng/ml) da vitamina do que as primeiras (27 ng/ml).
Fatores genéticos e biológicos
Estudos anteriores já haviam destacado que a anemia é mais comum em crianças negras, mas os motivos para a diferença permanecem desconhecidos.
O novo estudo indica que, além de fatores biológicos e genéticos, o nível de vitamina D deve ser levado em conta na manifestação da anemia.
Os pesquisadores ressaltam que, embora os resultados do estudo apontem uma clara relação entre níveis da vitamina D e anemia, eles não devem ser usados para estabelecer uma condição de causa e efeito.
Isto é, os resultados mostram que insuficiência de vitamina D e anemia ocorrem juntas, mas não são conclusivos de que a deficiência de vitamina D seja a causa da anemia.
http://www.diariodasaude.com.br
O excesso de cuidado na exposição das crianças ao Sol, provavelmente motivadas pelos alertas contra o câncer de pele, tem levado a níveis insuficientes de vitamina D entre crianças e jovens.
O novo trabalho foi apresentado no domingo (1º/5), por cientistas do Centro Infantil Johns Hopkins e de outras instituições durante a reunião anual das Sociedades Acadêmicas Pediátricas dos Estados Unidos, em Denver.
Vitamina D e anemia
A anemia é diagnosticada e acompanhada pela medição nos níveis de hemoglobina no paciente. Para investigar a relação entre hemoglobina e vitamina D, os pesquisadores analisaram dados de amostras de sangue de mais de 9,4 mil crianças de 2 a 18 anos.
Segundo o estudo de Meredith Atkinson e colegas, quanto menores os níveis de vitamina D, mais baixos os de hemoglobina e mais elevado é o risco de anemia.
Crianças com níveis de vitamina inferiores a 20 nanogramas por mililitro (ng/ml) de sangue apresentaram risco 50% maior de contrair anemia do que as com níveis mais elevados.
Para cada 1 ng/ml a mais da vitamina, o risco de anemia caiu 3%. O estudo indicou que apenas 1% das crianças brancas avaliadas tinha anemia, contra 9% das negras.
Essas últimas apresentaram, em média, níveis inferiores (18 ng/ml) da vitamina do que as primeiras (27 ng/ml).
Fatores genéticos e biológicos
Estudos anteriores já haviam destacado que a anemia é mais comum em crianças negras, mas os motivos para a diferença permanecem desconhecidos.
O novo estudo indica que, além de fatores biológicos e genéticos, o nível de vitamina D deve ser levado em conta na manifestação da anemia.
Os pesquisadores ressaltam que, embora os resultados do estudo apontem uma clara relação entre níveis da vitamina D e anemia, eles não devem ser usados para estabelecer uma condição de causa e efeito.
Isto é, os resultados mostram que insuficiência de vitamina D e anemia ocorrem juntas, mas não são conclusivos de que a deficiência de vitamina D seja a causa da anemia.
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Greenpeace propõe agenda de comprometimento local com o meio ambiente
A organização não governamental Greenpeace publicou um documento que propõe um agenda de mudanças para ajudar os candidatos a prefeito e vereadores a abordarem, em nível local, mudanças climáticas, florestas, transgênicos, oceanos, entre outros temas, e que pode ser aplicados em qualquer município do Brasil .
"O mundo hoje enfrenta desafios ambientais que exigem respostas dos governos municipais, disse em nota o diretor de Políticas Públicas do Greenpeace, Sérgio Leitão. "É preciso pensar globalmente e agir localmente, e vice-versa".
Para a entidade, incluir questões ambientais nas agendas políticas dos municípios não significa necessariamente fazer grandes investimentos. Entre as propostas do Greenpeace, muitas, como a exigência de comprovação da origem e legalidade da produção das madeiras compradas pelos órgãos públicos, só dependem de boa vontade política para serem implementadas.
"O importante é cobrar que prefeitos e vereadores incluam o tema meio ambiente em todas tomadas de decisão", avaliou o diretor do Greenpeace.
Segundo a nota, o debate sobre mudanças climáticas, se trava no âmbito mundial entre nações, dentro da Organização das Nações Unidas, mas governos regionais como o estado da Califórnia e a cidade de Nova Iorque (EUA) adotaram políticas ambientais locais de mudanças climáticas que contrariam a posição do presidente Bush, que se recusa a adotar metas de redução de emissão de efeito estufa e não assinou o protocolo de Kioto.
Situação, que segundo a entidade, é parecida à do Brasil.
"O estabelecimento de Planos Municipais sobre Mudanças Climáticas, com metas de redução de emissões de gases do efeito estufa e eficiência energética pode ajudar a suprir a falta de vontade do governo Lula de adotar medidas concretas para resolver a crise do clima", disse Leitão.
O documento redigido será encaminhado aos candidatos a prefeito das principais capitais do Brasil. Além disso, a entidade montou um sistema que permite aos próprios eleitores encaminhar a plataforma para seus candidatos e fazerem sugestões os internautas poderão fazer sugestões para serem incluídas no documento.
A entidade quer fomentar a discussão para que todos os setores da sociedade cobrem dos políticos um compromisso com o meio ambiente.
http://www.revistasustentabilidade.com.br
"O mundo hoje enfrenta desafios ambientais que exigem respostas dos governos municipais, disse em nota o diretor de Políticas Públicas do Greenpeace, Sérgio Leitão. "É preciso pensar globalmente e agir localmente, e vice-versa".
Para a entidade, incluir questões ambientais nas agendas políticas dos municípios não significa necessariamente fazer grandes investimentos. Entre as propostas do Greenpeace, muitas, como a exigência de comprovação da origem e legalidade da produção das madeiras compradas pelos órgãos públicos, só dependem de boa vontade política para serem implementadas.
"O importante é cobrar que prefeitos e vereadores incluam o tema meio ambiente em todas tomadas de decisão", avaliou o diretor do Greenpeace.
Segundo a nota, o debate sobre mudanças climáticas, se trava no âmbito mundial entre nações, dentro da Organização das Nações Unidas, mas governos regionais como o estado da Califórnia e a cidade de Nova Iorque (EUA) adotaram políticas ambientais locais de mudanças climáticas que contrariam a posição do presidente Bush, que se recusa a adotar metas de redução de emissão de efeito estufa e não assinou o protocolo de Kioto.
Situação, que segundo a entidade, é parecida à do Brasil.
"O estabelecimento de Planos Municipais sobre Mudanças Climáticas, com metas de redução de emissões de gases do efeito estufa e eficiência energética pode ajudar a suprir a falta de vontade do governo Lula de adotar medidas concretas para resolver a crise do clima", disse Leitão.
O documento redigido será encaminhado aos candidatos a prefeito das principais capitais do Brasil. Além disso, a entidade montou um sistema que permite aos próprios eleitores encaminhar a plataforma para seus candidatos e fazerem sugestões os internautas poderão fazer sugestões para serem incluídas no documento.
A entidade quer fomentar a discussão para que todos os setores da sociedade cobrem dos políticos um compromisso com o meio ambiente.
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Política ambiental brasileira está no rumo da economia verde
Em audiência pública realizada nesta terça-feira (26) no Senado Federal, em Brasília, para tratar de temas como a importância da Conferência Rio+20 e Desenvolvimento Sustentável, o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Francisco Gaetani, disse que a política ambiental do País está sendo consolidada por uma estratégia rumo à economia verde.
Gaetani falou que a construção deste “novo paradigma” depende de um federalismo corporativo, em que os diferentes níveis do governo devem estar integrados em estratégias convergentes e adequadas, que coloquem a questão ambiental como cerne dos planejamentos de desenvolvimento econômico.
“Estamos nos articulando para que a temática ambiental seja assumida não apenas como um problema ou desafio do MMA, mas de toda a sociedade e de todas as instâncias do governo. O País é hoje uma potência ambiental, com destaque em biodiversidade, potencial alternativo para geração de energia, produção de alimentos e reservas de águas naturais. Estas características nos atribuem novas responsabilidades rumo a uma economia verde, que prevê o desenvolvimento em moldes sustentáveis, de forma a garantir recursos naturais para as futuras gerações. A tendência de transformar as economias do mundo em economias verdes proporciona novas oportunidades, que beneficiam uma nação ambiental como a nossa”, afirmou o secretário.
Ele ressaltou a importância de o Brasil ser o país anfitrião de três eventos de repercussão mundial – Copa do Mundo, Olimpíadas e Rio+20-, todos com implicações ambientais. Lembrou ainda o desafio brasileiro de integrar prioridades como crescimento, integração social, incorporação de diferentes camadas da sociedade ao consumo e acesso a serviços, desenvolvimento econômico e de infra-estrutura.
Já o diretor executivo do Pnuma, Achim Steiner, um dos maiores especialistas em economia verde do mundo, disse que existe muita expectativa sobre o Brasil em relação à Rio+20. “Acreditamos que o Brasil pode aprimorar sua capacidade de liderar, negociar e inspirar o modelo de pensamento que deve estar presente nas negociações relativas ao desenvolvimento sustentável das nações, bem como as decisões que vão determinar as novas estratégias para o sistema climático”.
Ele falou sobre a oportunidade de aproveitamento dos eventos esportivos mundiais e da conferência para promover transições internas na economia e em uma infra-estrutura verde no País. De acordo com Steiner, nos próximos 40 anos poderemos ter cerca de 9 bilhões de pessoas no planeta, e por isso as economias devem promover mais igualdade e garantir recursos naturais para as próximas gerações, pensando em questões como segurança alimentar, acesso à água e geração e eficiência energética.
“Nós estamos agora aptos para influenciar todo o sistema climático por meio de nossas governanças, escolhas e planejamentos para o futuro, e temos que criar e influenciar novos ciclos, econômicos e sociais, que não deteriorem ainda mais o clima do planeta”, afirmou.
O diretor do Pnuma avaliou que, 20 anos após a organização da Rio-92, todo o mundo ainda tem entraves que foram provocados pelo domínio econômico e político, e que por isso os avanços ambientais não foram tão significativos. “A economia verde prevê eficiência e sustentabilidade nas iniciativas, e a legislação de cada nação pode contribuir muito para isso”.
Já o senador Rodrigo Rollemberg, presidente da Comissão de Meio Ambiente e Defesa do Consumidor do Senado, disse que a Rio + 20 exige novos comportamentos dos países diante dos desafios climáticos. “Temos que ter a noção de que a sustentabilidade não é apenas o uso adequado dos recursos e o progresso, mas o equilíbrio harmônico entre pilares que vão permitir o desenvolvimento a longo prazo”.
O diretor do Departamento de Meio Ambiente do Itamaraty, ministro Luiz Alberto Figueiredo, ressaltou que a Rio+20 é uma conferência sobre desenvolvimento, e não apenas de caráter ambiental, que vai tratar de temas como economia verde no contexto da sustentabilidade, erradicação da pobreza e governança para um avanço econômico sustentável.
(Fonte: Carine Corrêa/ MMA)
Gaetani falou que a construção deste “novo paradigma” depende de um federalismo corporativo, em que os diferentes níveis do governo devem estar integrados em estratégias convergentes e adequadas, que coloquem a questão ambiental como cerne dos planejamentos de desenvolvimento econômico.
“Estamos nos articulando para que a temática ambiental seja assumida não apenas como um problema ou desafio do MMA, mas de toda a sociedade e de todas as instâncias do governo. O País é hoje uma potência ambiental, com destaque em biodiversidade, potencial alternativo para geração de energia, produção de alimentos e reservas de águas naturais. Estas características nos atribuem novas responsabilidades rumo a uma economia verde, que prevê o desenvolvimento em moldes sustentáveis, de forma a garantir recursos naturais para as futuras gerações. A tendência de transformar as economias do mundo em economias verdes proporciona novas oportunidades, que beneficiam uma nação ambiental como a nossa”, afirmou o secretário.
Ele ressaltou a importância de o Brasil ser o país anfitrião de três eventos de repercussão mundial – Copa do Mundo, Olimpíadas e Rio+20-, todos com implicações ambientais. Lembrou ainda o desafio brasileiro de integrar prioridades como crescimento, integração social, incorporação de diferentes camadas da sociedade ao consumo e acesso a serviços, desenvolvimento econômico e de infra-estrutura.
Já o diretor executivo do Pnuma, Achim Steiner, um dos maiores especialistas em economia verde do mundo, disse que existe muita expectativa sobre o Brasil em relação à Rio+20. “Acreditamos que o Brasil pode aprimorar sua capacidade de liderar, negociar e inspirar o modelo de pensamento que deve estar presente nas negociações relativas ao desenvolvimento sustentável das nações, bem como as decisões que vão determinar as novas estratégias para o sistema climático”.
Ele falou sobre a oportunidade de aproveitamento dos eventos esportivos mundiais e da conferência para promover transições internas na economia e em uma infra-estrutura verde no País. De acordo com Steiner, nos próximos 40 anos poderemos ter cerca de 9 bilhões de pessoas no planeta, e por isso as economias devem promover mais igualdade e garantir recursos naturais para as próximas gerações, pensando em questões como segurança alimentar, acesso à água e geração e eficiência energética.
“Nós estamos agora aptos para influenciar todo o sistema climático por meio de nossas governanças, escolhas e planejamentos para o futuro, e temos que criar e influenciar novos ciclos, econômicos e sociais, que não deteriorem ainda mais o clima do planeta”, afirmou.
O diretor do Pnuma avaliou que, 20 anos após a organização da Rio-92, todo o mundo ainda tem entraves que foram provocados pelo domínio econômico e político, e que por isso os avanços ambientais não foram tão significativos. “A economia verde prevê eficiência e sustentabilidade nas iniciativas, e a legislação de cada nação pode contribuir muito para isso”.
Já o senador Rodrigo Rollemberg, presidente da Comissão de Meio Ambiente e Defesa do Consumidor do Senado, disse que a Rio + 20 exige novos comportamentos dos países diante dos desafios climáticos. “Temos que ter a noção de que a sustentabilidade não é apenas o uso adequado dos recursos e o progresso, mas o equilíbrio harmônico entre pilares que vão permitir o desenvolvimento a longo prazo”.
O diretor do Departamento de Meio Ambiente do Itamaraty, ministro Luiz Alberto Figueiredo, ressaltou que a Rio+20 é uma conferência sobre desenvolvimento, e não apenas de caráter ambiental, que vai tratar de temas como economia verde no contexto da sustentabilidade, erradicação da pobreza e governança para um avanço econômico sustentável.
(Fonte: Carine Corrêa/ MMA)
Antes de entrar em colapso, ecossistema dá uma série de sinais
O experimento parecia um tanto mórbido, mas tinha um objetivo nobre: pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, introduziram grandes predadores, o peixe achigã (Micropterus salmoides), para ver o que aconteceria em um lago. O monitoramento por três anos e sua comparação com outro lago vizinho renderam, pela primeira vez, um experimento em grande escala que comprova que mudanças radicais em um ecossistema podem ser detectadas previamente. Assim, os sinais descoberto possibilitam prevenir catástrofes ambientais.
“Por muito tempo, ecologistas pensavam que estas mudanças não poderiam ser previstas. Mas nós conseguimos mostrar que elas podem ser vistas. O alerta é claro. É um sinal forte”, disse ao iG Steve Carpenter, ecologista da Universidade de Wisconsin-Madison que liderou o estudo publicado na edição desta semana do periódico científico Science.
No início do experimento, o lago continha apenas 39 achigãs. Em 2008, foram introduzidos outros 12. Um ano depois, mais 30 peixes foram para o lago – quando houve uma grande reprodução de predadores, aumentando a população por conta própria.
Houve uma séria mudança na cadeia alimentar do lago, mudando por completo seu ecossistema. Como o número de predadores cresceu, peixes pequenos passaram a nadar mais tempo em grupos e próximos a beira do lago, para não serem devorados. O grande beneficiado foi o zooplâncton, invertebrados que vivem em águas abertas e que costumavam servir de alimento para os peixes pequenos. Eles passaram a se desenvolver livres de perigo e cresceram em tamanho.
O fitoplâncton, alimento preferido destes invertebrados, praticamente desapareceu. Em três anos, a teia alimentar daquele lago estava completamente deslocada para peixes que comiam peixes menores e invertebrados enormes.
Um sinal importante, dado mais de um ano antes da transição da cadeia alimentar, foi a variação das medições de clorofila, considerado um indicador confiável de aviso precoce da iminente mudança no lago.
“A teia alimentar do lago passou de pequenos peixes, zooplâncton e algas para uma situação com muitos peixes grandes, poucos peixes pequenos, zooplâncton enorme, e poucas algas. Esta mudança ocorreu no final de 2010, mas os avisos prévios foram detectados em 2009”, disse Carpenter.
Jonathan Cole, biogeoquímico do Instituto Cary e que também participou do estudo, explica que é provável que os sinais de mudança vistos no experimento se repitam também em outros sistemas, como o mar ou alterações por mudanças climáticas, por exemplo. “A teoria por trás deste estudo sugere que tanto a pesca exagerada quanto as mudanças climáticas podem acarretar em resultados similares, uma grande variação e muitos sinais de alerta antes de entrar em colapso”, explicou à reportagem.
O pesquisador se refere a teoria de que antes de uma grande queda, ou colapso, há uma intensa movimentação e variação em um sistema, seja na bolsa de valores, ondas cerebrais ou no meio ambiente.
De acordo com Carpenter, sinais prévios estão bem estabelecidos na teoria. “O que precisamos é de mais experimentos de campo para ver se eles funcionam na prática dentro de um confuso ecossistema real”, disse.
Os lagos Peter e Paul são dois pequenos lagos isolados no norte do Wisconsin, estado no norte dos Estados Unidos. O lago Peter, manipulado pelos pesquisadores, tem 2,5 m2. O outro lago serviu de controle do experimento.
(Fonte: Maria Fernanda Ziegler/ Portal iG)
“Por muito tempo, ecologistas pensavam que estas mudanças não poderiam ser previstas. Mas nós conseguimos mostrar que elas podem ser vistas. O alerta é claro. É um sinal forte”, disse ao iG Steve Carpenter, ecologista da Universidade de Wisconsin-Madison que liderou o estudo publicado na edição desta semana do periódico científico Science.
No início do experimento, o lago continha apenas 39 achigãs. Em 2008, foram introduzidos outros 12. Um ano depois, mais 30 peixes foram para o lago – quando houve uma grande reprodução de predadores, aumentando a população por conta própria.
Houve uma séria mudança na cadeia alimentar do lago, mudando por completo seu ecossistema. Como o número de predadores cresceu, peixes pequenos passaram a nadar mais tempo em grupos e próximos a beira do lago, para não serem devorados. O grande beneficiado foi o zooplâncton, invertebrados que vivem em águas abertas e que costumavam servir de alimento para os peixes pequenos. Eles passaram a se desenvolver livres de perigo e cresceram em tamanho.
O fitoplâncton, alimento preferido destes invertebrados, praticamente desapareceu. Em três anos, a teia alimentar daquele lago estava completamente deslocada para peixes que comiam peixes menores e invertebrados enormes.
Um sinal importante, dado mais de um ano antes da transição da cadeia alimentar, foi a variação das medições de clorofila, considerado um indicador confiável de aviso precoce da iminente mudança no lago.
“A teia alimentar do lago passou de pequenos peixes, zooplâncton e algas para uma situação com muitos peixes grandes, poucos peixes pequenos, zooplâncton enorme, e poucas algas. Esta mudança ocorreu no final de 2010, mas os avisos prévios foram detectados em 2009”, disse Carpenter.
Jonathan Cole, biogeoquímico do Instituto Cary e que também participou do estudo, explica que é provável que os sinais de mudança vistos no experimento se repitam também em outros sistemas, como o mar ou alterações por mudanças climáticas, por exemplo. “A teoria por trás deste estudo sugere que tanto a pesca exagerada quanto as mudanças climáticas podem acarretar em resultados similares, uma grande variação e muitos sinais de alerta antes de entrar em colapso”, explicou à reportagem.
O pesquisador se refere a teoria de que antes de uma grande queda, ou colapso, há uma intensa movimentação e variação em um sistema, seja na bolsa de valores, ondas cerebrais ou no meio ambiente.
De acordo com Carpenter, sinais prévios estão bem estabelecidos na teoria. “O que precisamos é de mais experimentos de campo para ver se eles funcionam na prática dentro de um confuso ecossistema real”, disse.
Os lagos Peter e Paul são dois pequenos lagos isolados no norte do Wisconsin, estado no norte dos Estados Unidos. O lago Peter, manipulado pelos pesquisadores, tem 2,5 m2. O outro lago serviu de controle do experimento.
(Fonte: Maria Fernanda Ziegler/ Portal iG)
Ar-condicionado natural
Morar em um país como o Brasil, onde cada região possui um clima diferente, pode ser bom para uns e ruim para outros. Um estudo realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) sobre chaminés solares , no entanto, pode ajudar a refrescar quem vive em áreas mais quentes.
A chaminé solar desenvolvida pelo professor Maurício Roriz e seus orientandos Fernando Sá Cavalcante e Letícia de Oliveira Neves, do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da UFSCar, adota o mesmo princípio de um aquecedor solar de água e pode ser instalada para estimular a ventilação natural em residências ou escritórios.
“A chaminé funciona como um coletor solar: os raios solares atravessam um vidro e aquecem uma placa metálica preta, situada abaixo dele. Aquecida, a placa emite calor, mas em frequência diferente da que vem do sol e para a qual o vidro é opaco. Assim, o calor entra, mas não consegue sair”, disse Roriz à Agência FAPESP.
Nos coletores solares convencionais a água se aquece ao circular em tubos que passam sob a placa quente. “Na chaminé solar, em vez de água passa o ar”, disse.
Esse ar-condicionado natural se baseia no chamado “efeito chaminé”: no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior, mais puro e geralmente mais confortável, particularmente nos climas típicos do Brasil.
“Trata-se, portanto, de um processo de ventilação provocado por diferenças de temperatura e de pressão, sendo muito eficiente para promover o conforto térmico nas horas quentes, mesmo em áreas urbanas densamente ocupadas, onde os obstáculos impedem o aproveitamento da ação direta do vento”, comentou Roriz.
Arquitetura bioclimática – Por uma conjugação de diversos fatores, as cidades se tornam cada vez menos confortáveis, provocando as chamadas ilhas urbanas de calor. “Além dos obstáculos à ventilação natural, as áreas com pavimentação impermeável crescem, invadindo os espaços onde havia parques, bosques e jardins, cuja vegetação contribuiria significativamente para amenizar o clima”, disse o pesquisador.
De modo geral, os edifícios também não são projetados e construídos de modo a favorecer os processos naturais de promoção do conforto térmico. O uso indiscriminado do vidro, sem o devido sombreamento, transforma a edificação em verdadeiro coletor solar.
“Tentando se proteger, o usuário fecha cortinas, interrompendo a ventilação natural e escurecendo o ambiente. Então, acende lâmpadas, que também geram calor, assim como os outros equipamentos elétricos que usamos em nossos escritórios e residências. Desse círculo vicioso resultam desconforto e desperdício de energia”, disse Roriz.
Segundo ele, existem diversas técnicas e estratégias, denominadas bioclimáticas, que poderiam contribuir para elevar a qualidade dos edifícios, mas que ainda são pouco conhecidas e aplicadas no Brasil. Essas técnicas têm como objetivo contribuir com a preservação do meio ambiente e a eficiência energética do ambiente construído, obtidas por meio do uso racional dos recursos naturais, além de proporcionar o conforto térmico aos ocupantes das edificações.
A chaminé solar é uma das técnicas da arquitetura bioclimática, assim como as coberturas “verdes” (uso de vegetação sobre as coberturas das edificações), a refrigeração evaporativa (sistema natural de resfriamento baseado na evaporação da água) e a inércia térmica do solo e dos sistemas construtivos (que guarda o calor nas horas quentes para combater o frio das madrugadas, ou vice-versa).
De acordo com Roriz, é possível construir edifícios confortáveis sem condicionador de ar, aproveitando a ventilação natural. “Os condicionadores convencionais de ar ressecam o ambiente e prejudicam o sistema respiratório humano, além de impactarem negativamente o meio ambiente. A chaminé solar proporciona ventilação, sem consumir eletricidade e sem agredir a natureza”, afirmou.
Como um dos resultados da pesquisa, o professor desenvolveu um software, chamado Chaminé, que calcula a ventilação provocada por diferentes situações de uma chaminé solar, contém dados climáticos de mais de 300 cidades de todo o país e pode ser baixado gratuitamente no endereço www.roriz.eng.br/download_6.html.
(Fonte: Mônica Pileggi/ Agência Fapesp)
A chaminé solar desenvolvida pelo professor Maurício Roriz e seus orientandos Fernando Sá Cavalcante e Letícia de Oliveira Neves, do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da UFSCar, adota o mesmo princípio de um aquecedor solar de água e pode ser instalada para estimular a ventilação natural em residências ou escritórios.
“A chaminé funciona como um coletor solar: os raios solares atravessam um vidro e aquecem uma placa metálica preta, situada abaixo dele. Aquecida, a placa emite calor, mas em frequência diferente da que vem do sol e para a qual o vidro é opaco. Assim, o calor entra, mas não consegue sair”, disse Roriz à Agência FAPESP.
Nos coletores solares convencionais a água se aquece ao circular em tubos que passam sob a placa quente. “Na chaminé solar, em vez de água passa o ar”, disse.
Esse ar-condicionado natural se baseia no chamado “efeito chaminé”: no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior, mais puro e geralmente mais confortável, particularmente nos climas típicos do Brasil.
“Trata-se, portanto, de um processo de ventilação provocado por diferenças de temperatura e de pressão, sendo muito eficiente para promover o conforto térmico nas horas quentes, mesmo em áreas urbanas densamente ocupadas, onde os obstáculos impedem o aproveitamento da ação direta do vento”, comentou Roriz.
Arquitetura bioclimática – Por uma conjugação de diversos fatores, as cidades se tornam cada vez menos confortáveis, provocando as chamadas ilhas urbanas de calor. “Além dos obstáculos à ventilação natural, as áreas com pavimentação impermeável crescem, invadindo os espaços onde havia parques, bosques e jardins, cuja vegetação contribuiria significativamente para amenizar o clima”, disse o pesquisador.
De modo geral, os edifícios também não são projetados e construídos de modo a favorecer os processos naturais de promoção do conforto térmico. O uso indiscriminado do vidro, sem o devido sombreamento, transforma a edificação em verdadeiro coletor solar.
“Tentando se proteger, o usuário fecha cortinas, interrompendo a ventilação natural e escurecendo o ambiente. Então, acende lâmpadas, que também geram calor, assim como os outros equipamentos elétricos que usamos em nossos escritórios e residências. Desse círculo vicioso resultam desconforto e desperdício de energia”, disse Roriz.
Segundo ele, existem diversas técnicas e estratégias, denominadas bioclimáticas, que poderiam contribuir para elevar a qualidade dos edifícios, mas que ainda são pouco conhecidas e aplicadas no Brasil. Essas técnicas têm como objetivo contribuir com a preservação do meio ambiente e a eficiência energética do ambiente construído, obtidas por meio do uso racional dos recursos naturais, além de proporcionar o conforto térmico aos ocupantes das edificações.
A chaminé solar é uma das técnicas da arquitetura bioclimática, assim como as coberturas “verdes” (uso de vegetação sobre as coberturas das edificações), a refrigeração evaporativa (sistema natural de resfriamento baseado na evaporação da água) e a inércia térmica do solo e dos sistemas construtivos (que guarda o calor nas horas quentes para combater o frio das madrugadas, ou vice-versa).
De acordo com Roriz, é possível construir edifícios confortáveis sem condicionador de ar, aproveitando a ventilação natural. “Os condicionadores convencionais de ar ressecam o ambiente e prejudicam o sistema respiratório humano, além de impactarem negativamente o meio ambiente. A chaminé solar proporciona ventilação, sem consumir eletricidade e sem agredir a natureza”, afirmou.
Como um dos resultados da pesquisa, o professor desenvolveu um software, chamado Chaminé, que calcula a ventilação provocada por diferentes situações de uma chaminé solar, contém dados climáticos de mais de 300 cidades de todo o país e pode ser baixado gratuitamente no endereço www.roriz.eng.br/download_6.html.
(Fonte: Mônica Pileggi/ Agência Fapesp)
ONG: reduzir corrupção é vital para proteger meio ambiente
Os mecanismos para a luta contra a mudança climática devem ser fortalecidos e ter maior transparência a fim de reduzir os crescentes riscos de corrupção, afirmou a Transparência Internacional (TI) em um relatório divulgado neste sábado (30). O relatório, intitulado Corrupção Global: Mudanças Climáticas, foi elaborado com contribuições de mais de 50 especialistas e determinou que um monitoramento mais efetivo é necessário nos países que enfrentam maior impacto do aquecimento global, o que faria com que as políticas funcionem corretamente.
No ranking do grupo, sediado em Berlim, sobre as nações com maior risco de corrupção, no qual 0 significa extremamente corrupto e 10 equivale a “muito íntegro”, nenhum dos 20 países afetados pelas mudanças climáticas, especialmente na África e no sul da Ásia, obteve pontuação superior a 3,5. O relatório considerou que o Afeganistão possui o maior risco de corrupção com uma pontuação de 1,4, enquanto a Tailândia obteve nota de 3,5.
Espera-se que os investimentos totais para combater as mudanças climáticas se aproximem de US$ 700 milhões em 2020. “De onde fluem novos fluxos de dinheiro por meio de mercados e mecanismos novos, sempre existe o risco de corrupção”, assinalou o relatório da TI. Os riscos de corrupção são altos devido à complexidade, à incerteza e à falta de experiência com muitos temas vinculados ao aquecimento global e à proteção do meio ambiente, disse o relatório.
(Fonte: Portal Terra)
No ranking do grupo, sediado em Berlim, sobre as nações com maior risco de corrupção, no qual 0 significa extremamente corrupto e 10 equivale a “muito íntegro”, nenhum dos 20 países afetados pelas mudanças climáticas, especialmente na África e no sul da Ásia, obteve pontuação superior a 3,5. O relatório considerou que o Afeganistão possui o maior risco de corrupção com uma pontuação de 1,4, enquanto a Tailândia obteve nota de 3,5.
Espera-se que os investimentos totais para combater as mudanças climáticas se aproximem de US$ 700 milhões em 2020. “De onde fluem novos fluxos de dinheiro por meio de mercados e mecanismos novos, sempre existe o risco de corrupção”, assinalou o relatório da TI. Os riscos de corrupção são altos devido à complexidade, à incerteza e à falta de experiência com muitos temas vinculados ao aquecimento global e à proteção do meio ambiente, disse o relatório.
(Fonte: Portal Terra)
domingo, 1 de maio de 2011
Ibama apreende araucárias derrubadas
Agentes ambientais do escritório regional do Ibama em Santa Maria realizaram quarta-feira, no interior do município de Jacuizinho, a apreensão de 18 espécimes de pinheiro-brasileiro (araucária angustifólia), cujo corte somente é liberado em circunstâncias excepcionais. O volume abatido resultou em 25 metros cúbicos, ainda em toras, que estavam espalhadas no interior de uma área utilizada para cultivos de fumo e de milho, localizada em Área de Preservação Permanente (APP).
A ação fiscalizatória se desenvolveu entre segunda e essa sexta-feira e teve por objetivo combater desmatamentos em remanescentes da Floresta Estacional Decidual, no Bioma Mata Atlântica do Rio Grande do Sul. Além da madeira apreendida, a irregularidade resultou na aplicação de multa no valor de R$ 12,5 mil ao infrator.
De acordo com a avaliação dos agentes do Ibama, os pinheiros foram abatidos há cerca de uma semana. Como se trata de produto florestal perecível, mantido ao ar livre e de volume considerável, foi decidido o procedimento da doação sumária, sendo beneficiário o município de Jacuizinho. Por meio de compromisso firmado no termo de doação, o Executivo municipal deverá, no prazo de 90 dias, apresentar ao Ibama um relatório detalhado sobre a destinação da madeira recebida, a qual somente poderá ser aplicada em obras e atividades de utilidade pública ou de interesse social.
http://www.gaz.com.br
A ação fiscalizatória se desenvolveu entre segunda e essa sexta-feira e teve por objetivo combater desmatamentos em remanescentes da Floresta Estacional Decidual, no Bioma Mata Atlântica do Rio Grande do Sul. Além da madeira apreendida, a irregularidade resultou na aplicação de multa no valor de R$ 12,5 mil ao infrator.
De acordo com a avaliação dos agentes do Ibama, os pinheiros foram abatidos há cerca de uma semana. Como se trata de produto florestal perecível, mantido ao ar livre e de volume considerável, foi decidido o procedimento da doação sumária, sendo beneficiário o município de Jacuizinho. Por meio de compromisso firmado no termo de doação, o Executivo municipal deverá, no prazo de 90 dias, apresentar ao Ibama um relatório detalhado sobre a destinação da madeira recebida, a qual somente poderá ser aplicada em obras e atividades de utilidade pública ou de interesse social.
http://www.gaz.com.br
Assad defende matriz energética cada vez mais limpa
O setor energético é responsável por 16% das emissões nacionais de gases de efeito estufa, mesmo sendo o Brasil considerado mundialmente como um País de matriz limpa, ou seja, de baixo impacto ambiental. Essa posição, porém, deve ficar ainda mais confortável, com a execução de projetos do Ministério do Meio Ambiente para a geração de energia por meio de recursos renováveis.
"Queremos uma matriz energética cada vez mais limpa", enfatizou o secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental, do MMA, Eduardo Assad, no Fórum Nacional de Energia e Meio Ambiente, promovido em Brasília pelo Instituto Brasileiro de Ação Responsável, no Senado Federal.
Representando a ministra Izabella Teixeira, Assad citou aos parlamentares e empresários que o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC) prevê linhas de financiamento que vão contribuir para que o País alcance metas otimistas. "Temos 8 mil quilômetros de costa e ainda não temos aproveitamento das ondas do mar para geração de energia", comentou o secretário.
O FNMC, coordenado pelo MMA, tem disponível no orçamento da União R$ 233 milhões em recursos reembolsáveis e não reembolsáveis para projetos de economia de baixo carbono. Entre as prioridades de financiamento estão o desenvolvimento tecnológico e cadeia produtiva de energia solar.
Para as regiões sem acesso ao sistema interligado de energia elétrica, especialmente no Nordeste, Norte e Centro-Oeste, estão previstas linhas de crédito para projetos de geração e distribuição local de energia renovável (eólica, solar, biomassa e marés).
O secretário Assad ainda citou os investimentos previstos para fornos mais eficientes na produção de carvão vegetal. Esse é um dos vilões de danos ambientais e sociais.
Ao lado do secretário, o senador Cícero Lucena enfatizou que o Brasil "é destaque em energia limpa", mas que tem recursos a serem explorados "para avançar ainda mais". Ele preside a Globe Brasil, que compõe a Organização Mundial de Legisladores para um Meio Ambiente Equilibrado (Globe Internacional).
Também esteve no fórum, o presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara Federal, deputado Giovani Cherini. Ele comentou que a comissão está em fase de grandes debates sobre a questão ambiental, como biodiversidade, energias renováveis e está em andamento o programa Carbono Zero , em que o Legislativo se propõe a plantar 34 mil árvores por ano.
Ascom/MMA
"Queremos uma matriz energética cada vez mais limpa", enfatizou o secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental, do MMA, Eduardo Assad, no Fórum Nacional de Energia e Meio Ambiente, promovido em Brasília pelo Instituto Brasileiro de Ação Responsável, no Senado Federal.
Representando a ministra Izabella Teixeira, Assad citou aos parlamentares e empresários que o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (FNMC) prevê linhas de financiamento que vão contribuir para que o País alcance metas otimistas. "Temos 8 mil quilômetros de costa e ainda não temos aproveitamento das ondas do mar para geração de energia", comentou o secretário.
O FNMC, coordenado pelo MMA, tem disponível no orçamento da União R$ 233 milhões em recursos reembolsáveis e não reembolsáveis para projetos de economia de baixo carbono. Entre as prioridades de financiamento estão o desenvolvimento tecnológico e cadeia produtiva de energia solar.
Para as regiões sem acesso ao sistema interligado de energia elétrica, especialmente no Nordeste, Norte e Centro-Oeste, estão previstas linhas de crédito para projetos de geração e distribuição local de energia renovável (eólica, solar, biomassa e marés).
O secretário Assad ainda citou os investimentos previstos para fornos mais eficientes na produção de carvão vegetal. Esse é um dos vilões de danos ambientais e sociais.
Ao lado do secretário, o senador Cícero Lucena enfatizou que o Brasil "é destaque em energia limpa", mas que tem recursos a serem explorados "para avançar ainda mais". Ele preside a Globe Brasil, que compõe a Organização Mundial de Legisladores para um Meio Ambiente Equilibrado (Globe Internacional).
Também esteve no fórum, o presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara Federal, deputado Giovani Cherini. Ele comentou que a comissão está em fase de grandes debates sobre a questão ambiental, como biodiversidade, energias renováveis e está em andamento o programa Carbono Zero , em que o Legislativo se propõe a plantar 34 mil árvores por ano.
Ascom/MMA
Ameaçadas de extinção, araucárias são derrubadas no interior do RS
Dezoito toras de araucária (Araucaria angustifolia) foram apreendidas no município de Jacuizinho, na região central do Rio Grande do Sul, nesta quarta-feira (27). A espécie consta da lista de espécies ameaçadas do Ibama e seu corte somente é autorizado em circunstâncias especiais.
O volume de madeira apreendido pelos agentes do órgão ambiental federal totaliza 25 metros cúbicos e estava numa área utilizada para cultivo de fumo e milho, numa região de Mata Atlântica. O responsável foi multado em R$ 12,5 mil.
(Fonte: Globo Natureza)
O volume de madeira apreendido pelos agentes do órgão ambiental federal totaliza 25 metros cúbicos e estava numa área utilizada para cultivo de fumo e milho, numa região de Mata Atlântica. O responsável foi multado em R$ 12,5 mil.
(Fonte: Globo Natureza)
Novas usinas nucleares são possibilidades reais para o Brasil, diz Tolmasquim
O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, disse nesta sexta-feira (29) que a Usina Nuclear Angra 3 será inaugurada sem atrasos e que as novas usinas previstas pelo governo dificilmente serão descartadas.
“Vão ser tomadas todas as medidas de segurança em relação a Angra 3, mas não há nada que ameace o cronograma dela que deve ser inaugurada em 2016”, disse o presidente da estatal que é ligada ao Ministério das Minas e Energia.
Tolmasquim defendeu que o Brasil tem a sexta reserva de urânio do mundo e é um dos poucos países que domina a técnica de enriquecimento. Ele destacou ainda que o país tem condições naturais bem diferentes das encontradas no Japão – onde um terremoto seguido de tsunami causaram um acidente nuclear em março.
“Nossos recursos hidrelétricos são finitos. Por isso, desde agora, temos que pensar no que vem adiante e o nuclear é uma boa possibilidade para esse adiante”, disse nesta sexta-feira, durante um debate sobre tecnologias energéticas, no Fórum Mundial Econômico para a América Latina.
Devido ao desastre em Fukushima, no Japão, Tolmasquim disse que não serão ignoradas as recentes discussões sobre esse tipo de fonte de energia, sobretudo, a respeito de questões de segurança e custos adicionais que possam surgir.
“Esta é uma decisão que deve ser tomada sem pressa e felizmente o Brasil tem recursos e podemos ver o que está sendo feito no mundo, para depois tomarmos as decisões necessárias”, informou o presidente da EPE.
(Fonte: Flávia Villela/ Agência Brasil)
“Vão ser tomadas todas as medidas de segurança em relação a Angra 3, mas não há nada que ameace o cronograma dela que deve ser inaugurada em 2016”, disse o presidente da estatal que é ligada ao Ministério das Minas e Energia.
Tolmasquim defendeu que o Brasil tem a sexta reserva de urânio do mundo e é um dos poucos países que domina a técnica de enriquecimento. Ele destacou ainda que o país tem condições naturais bem diferentes das encontradas no Japão – onde um terremoto seguido de tsunami causaram um acidente nuclear em março.
“Nossos recursos hidrelétricos são finitos. Por isso, desde agora, temos que pensar no que vem adiante e o nuclear é uma boa possibilidade para esse adiante”, disse nesta sexta-feira, durante um debate sobre tecnologias energéticas, no Fórum Mundial Econômico para a América Latina.
Devido ao desastre em Fukushima, no Japão, Tolmasquim disse que não serão ignoradas as recentes discussões sobre esse tipo de fonte de energia, sobretudo, a respeito de questões de segurança e custos adicionais que possam surgir.
“Esta é uma decisão que deve ser tomada sem pressa e felizmente o Brasil tem recursos e podemos ver o que está sendo feito no mundo, para depois tomarmos as decisões necessárias”, informou o presidente da EPE.
(Fonte: Flávia Villela/ Agência Brasil)
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